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8 atividades radicais pelo mundo; tem catapulta humana e caça a tornados

Marcel Vincenti

Colaboração para o UOL

12/09/2018 04h00

Você já imaginou reservar um tempo de suas férias para ser arremessado sobre um abismo a 100 km/h ou para voar, em pé, sobre as asas de um avião? Ao redor do planeta, não faltam atividades radicais disponíveis para turistas. Na África do Sul, por exemplo, viajantes ficam na frente de um dos mais temidos predadores dos mares. E na Nova Zelândia, meca mundial dos esportes radicais, há um cardápio completo de "brincadeiras" de dar frio na espinha. Abaixo, veja oito maneiras de ter overdoses de adrenalina durante uma viagem.

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Catapulta humana

Divulgação/Turismo da Nova Zelândia
Imagem: Divulgação/Turismo da Nova Zelândia

Foi lançada recentemente na região de Queenstown, na ilha sul da Nova Zelândia, uma atração conhecida como Catapulta Nevis (e que está sendo chamada popularmente de "catapulta humana"). 

Trata-se de um equipamento que arremessa as pessoas a quase 150 metros de distância, em um percurso que passa sobre um abismo e em uma velocidade que pode chegar a 100 km/h em apenas 1,5 segundo. Os usuários do brinquedinho ficam presos a uma corda elástica de alta resistência que, por sua vez, está presa a um cabo esticado entre dois extremos de um vale. E a sensação é a de que se está voando. 

"É uma combinação de velocidade, altura e voo, de uma maneira que o mundo nunca viu”, afirma o diretor executivo do Turismo da Nova Zelândia, Stephen England-Hall. 

No alto da torre

Divulgação/CN Tower
Imagem: Divulgação/CN Tower

A cidade de Toronto, no Canadá, tem uma atração turística que não é recomendada para quem tem medo de altura. Trata-se do Edge Walk, atividade que faz o viajante caminhar e se pendurar em uma das partes externas mais altas da torre CN Tower, a 356 metros de altura.

Todos utilizam equipamentos de segurança, mas é quase impossível não sentir vertigem ao andar na beira da estrutura da torre, com os arranha-céus de Toronto sob os pés.

E o momento mais desafiador é quando os visitantes têm a chance de, presos por cabos à estrutura da torre, soltar o corpo em direção ao vazio, como pode ser visto na foto acima.

No alto da torre 2

Divulgação/Turismo da Nova Zelândia
Imagem: Divulgação/Turismo da Nova Zelândia

Uma experiência parecida com o Edge Walk pode ser realizada na Nova Zelândia. Lá, turistas caminham na borda de uma estrutura externa no alto da Sky Tower, torre que é um dos símbolos da cidade de Auckland.

Presos à estrutura da edificação, os participantes podem soltar o corpo para fora da torre e se ver 192 metros acima do solo, em uma experiência vertiginosa e que, ao mesmo, oferece vistas panorâmicas fantásticas de Auckland, uma das mais importantes metrópoles do território neozelandês. 

Caçando tornados

Getty Images/iStockphoto
Imagem: Getty Images/iStockphoto

Localizada no Estado norte-americano de Montana, a empresa Storm Chasing Adventure Tours oferece um passeio tão inusitado quanto assustador: a companhia coloca turistas em carros e os leva para "caçar" tornados no interior dos Estados Unidos, em uma região onde este tipo de fenômeno é recorrente. 

A Storm Chasing se guia por aparelhos que conseguem identificar os locais de ocorrência do fenômeno: o objetivo é manter os veículos a uma distância segura dos tornados, mas é quase impossível não se assustar ao ver, no horizonte, esta imagem da fúria da natureza. 

Barco frenético

Shotover Jet/Turismo da Nova Zelândia
Imagem: Shotover Jet/Turismo da Nova Zelândia

Na região da cidade de Queenstown, na Nova Zelândia, turistas têm uma longa sessão de descarga de adrenalina ao fazer um passeio radical com o Shotover Jet, uma embarcação que atravessa, à altíssima velocidade, um estreito curso de água cercado por paredões rochosos. 

No tour, é possível ter a impressão de que o barco vai se chocar com as rochas a qualquer momento. E, para aumentar a emoção, o condutor realiza manobras radicais com a embarcação, fazendo-a deslizar bruscamente (mas com grande destreza) nas curvas, em momentos de dar muito frio na barriga. 

Nadando com crocodilos

Divulgação/Crocosaurus Cove
Imagem: Divulgação/Crocosaurus Cove

Localizado na cidade de Darwin, no norte da Austrália, o empreendimento turístico Crocosaurus Cove oferece uma experiência assustadora para muitas pessoas: no local, o público pode entrar em um tanque e se colocar, literalmente, cara a cara com o crocodilo-de-água-salgada, considerado o maior réptil do mundo e que chega a ter mais de 5 metros de comprimento. 

Na água, os turistas ficam protegidos por um cilindro transparente, mas a poucos centímetros do enorme predador, que se move ao redor do compartimento, emocionando a todos com sua bocarra e enormes dentes afiados. 

E tem mais: quando o cilindro é submerso, a água do tanque entra no compartimento transparente, fazendo com que os turistas sintam que estão nadando junto com o crocodilo, como se não houvesse nenhuma separação de segurança. 

Nadando com tubarões

Divulgação/South African Tourism
Imagem: Divulgação/South African Tourism

Na África do Sul, também é possível ficar cara a cara com um bicho perigoso e amedrontador. No trecho marítimo nas proximidades da cidade de Gansbaai, turistas têm a chance de entrar em uma gaiola de aço para serem submersos no oceano e encarar o predador Carcharodon carcharias (também conhecido como "grande tubarão branco").

O predador (que existe em abundância nesta região do mundo) chega bem perto da gaiola com suas centenas de dentes afiados e mortíferos, em um momento de dar frio na barriga de qualquer pessoa.

 Alguns destes tubarões têm mais de seis metros de comprimento. Ou seja, prepare-se para se sentir pequeno e frágil diante da natureza. 

Nas asas de um avião

Divulgação/Mason Wing Walking
Imagem: Divulgação/Mason Wing Walking

Há diversas empresas que oferecem a emocionante experiência conhecida como "Wing Walking", na qual a pessoa encara um treinamento para passear e se mover sobre as asas de um avião em pleno voo.  

Trata-se, logicamente, de uma atividade que oferece muitas doses de adrenalina, mas que pode ser extremamente satisfatória para quem tem coragem de encará-la. Em determinado momento, o participante fica em pé sobre a asa do avião em movimento. 

Uma das companhias que propõem a atividade é a Mason Wing Walking, localizado no Estado norte-americano de Washington. Durante o trajeto, o avião chega a fica de ponta-cabeça. Tem coragem?

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