Instituições de Lima ligam o passado ao presente

Além de um bom número de sítios arqueológicos, as principais cidades do Peru também dificultam a escolha por visitas a museus. Apenas Lima conta com quase cem instituições que conservam obras de arte e objetos de valor histórico ou científico.

O Museu Lima Rafael Larco Herrera é uma atração obrigatória tanto para os interessados em artefatos pré-colombianos, quanto curiosos a respeito da coleção de arte erótica ou desejosos por degustar da gastronomia peruana apreciando o jardim de uma bela construção do séc. XVIII.

O percurso geográfico pelo museu é condensado nas páginas do cardápio de seu elegante café restaurante, em pratos feitos com ingredientes comprados diariamente.

Também em um prédio colonial, onde moraram os heróis revolucionários Bolívar e San Martín, o Museu Nacional de Arqueologia, Antropologia e História do Peru guarda uma coleção extensa, em volume de peças e em períodos históricos abrangidos.

As salas, em constante renovação, abrangem desde os primeiros povos da região ao período republicano. Mesmo que algumas peças sejam reproduções, a visita ao Museu do Ouro é a melhor forma de compreender o espanto dos espanhóis diante do luxo radiante do povo inca. Há museus também nos sítios arqueológicos. Se for passar tempo suficiente na cidade, vale a pena conferir também os museus de arte MALI e do Banco Central de Reserva do Peru, além do museu de Arte Popular.

As mais de 12 mil obras do MALI, Museo de Arte de Lima, representativas de 3 mil anos de arte no país, fazem a ponte entre a Lima histórica e contemporânea. Em 2012, foi inaugurada a Associação Mario Testino em Barranco, reduto artístico cerca de 9 km do Centro de Lima. Vale a pena prolongar sua viagem para conhecer essas e outras atrações partindo de Lima ou de Cusco.

Mario Testino, conhecido por seus editoriais de moda, promove em seu espaço exposições de seus trabalhos e de outros fotógrafos. Não é apenas na captura de imagens que o Peru vem esbanjando estilo. A lã de alpaca e de vicunha, além do algodão de qualidade, ganharam lugar em desfiles de estilistas de projeção internacional como Sergio Davila e José Miguel Valdivia.

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