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Turquia e o Egito voltam a ser os destinos preferidos dos europeus no verão

Michael Melford/National Geographic Creative
A construção da pirâmide de Gizé, no Egito, começou em 2560 a.C., fazendo dela a mais velha do complexo de pirâmides e a mais antiga das 7 maravilhas do mundo Imagem: Michael Melford/National Geographic Creative

Richard Weiss

08/02/2018 12h47

A Turquia e o Egito voltaram ao itinerário dos turistas europeus neste verão. A explicação é que os ataques terroristas de dois anos atrás estão desaparecendo da memória e os preços crescentes dos hotéis tornaram a Espanha menos acessível para os turistas de orçamento limitado.

A operadora turística Thomas Cook anunciou nesta quinta-feira (8) a transferência de capacidade adicional para esses destinos de águas quentes do Mediterrâneo Oriental. Quanto à Espanha, a empresa com sede em Londres afirmou que as margens obtidas com o país estão sendo espremidas pelos preços mais altos dos hotéis e pela concorrência gerada pelo elevado número de assentos de avião disponíveis.

"A Espanha está se tornando mais cara novamente neste verão em comparação com o valor muito bom oferecido no Mediterrâneo Oriental, inclusive na Turquia e no Egito", disse o CEO Peter Fankhauser, em conferência com jornalistas, após a divulgação dos resultados do primeiro trimestre. "Sempre disse que a Turquia voltaria. O país propõe excelentes ofertas e uma ótima relação custo-benefício e é o que parece estar ocorrendo agora."

A Espanha continua sendo o maior mercado da operadora turística, mas a proporção de clientes que escolhem o país está em queda, enquanto outros destinos crescem mais rapidamente. Isso é positivo para a Thomas Cook, que gera margens de lucro maiores com esses destinos.

As vendas do primeiro trimestre avançaram 7% e o prejuízo sazonal do trimestre encolheu, anunciou a Thomas Cook. As reservas para o inverno cresceram 8% até o momento, com 80% do programa vendido, e para o verão de 2018 (Hemisfério Norte), estação mais importante para o setor, o ritmo de reservas é "encorajador", com cerca de um terço da oferta vendida.

A empresa também anunciou a ampliação da capacidade de suas empresas aéreas em 10 por cento após o colapso da Air Berlin na Alemanha.

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