Viagem

Machu Picchu teria sido descoberta em 1867 por um alemão, e não em 1911

De Lima

04/06/2008 19h15

A cidadela inca de Machu Picchu, a maior jóia arqueológica do Peru, foi descoberta pelo aventureiro alemão Augusto Berns em 1867, 44 antes do arqueólogo americano Hiram Bingham -que recebeu até hoje os méritos do achado-, revelaram pesquisadores nesta quarta-feira à AFP.

Berns, que era um aventureiro em busca de ouro e um empresário madeireiro, seria o responsável pela descoberta, disse o historiador peruano Carlos Carcelén que realizou sua pesquisa em conjunto com o cartógrafo americano Paolo Greer, o arqueólogo francês Alain Gioda e o historiador britânico Alex Chepstow-Lusty.

Essa equipe, que faz parte do Instituto Francês de Estudos Andinos (IFEA), realizou pesquisas em arquivos do Peru e da Espanha, que questionam a versão que Machu Picchu foi descoberta em 1911 por Bingman.

"Vimos que Berns e seus sócios extraíram restos arqueológicos de Machu Picchu utilizando uma empresa que obteve concessão para explorar terrenos na área onde se encontra a cidadela", disse Carcelén.

ID: {{comments.info.id}}
URL: {{comments.info.url}}

Ocorreu um erro ao carregar os comentários.

Por favor, tente novamente mais tarde.

{{comments.total}} Comentário

{{comments.total}} Comentários

Seja o primeiro a comentar

{{subtitle}}

Essa discussão está encerrada

Não é possivel enviar novos comentários.

{{ user.alternativeText }}
Avaliar:
 

O UOL está testando novas regras para os comentários. O objetivo é estimular um debate saudável e de alto nível, estritamente relacionado ao conteúdo da página. Só serão aprovadas as mensagens que atenderem a este objetivo. Ao comentar você concorda com os termos de uso. O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia os termos de uso

Escolha do editor

{{ user.alternativeText }}
Escolha do editor

Facebook Messenger

Receba seu horóscopo diário do UOL. É grátis!

Mais Viagem

Topo