Viagem

Rota de peregrinação "Passos dos Jesuítas-Anchieta" chega ao litoral norte de São Paulo

Da Redação

27/10/2011 20h43

A rota de peregrinação “Passos dos Jesuítas-Anchieta”, que segue o caminho das missões jesuíticas pelo litoral paulista, começará a abranger, a partir desta sexta-feira (28), o trecho entre as cidades de Bertioga e Ubatuba. O projeto, desenvolvido pelo governo do Estado de São Paulo, foi inaugurado há um mês e, até o momento, só estava sinalizado entre os municípios de Peruíbe (seu ponto de partida) e Guarujá.

Com a adição do novo trecho, o percurso começa a somar 360 km de extensão e irá cruzar um total de 13 cidades do litoral paulista. A pé, uma pessoa conseguirá percorrer a rota em aproximadamente 16 dias.

O objetivo do “Passos dos Jesuítas-Anchieta” é, de acordo com o jornalista Marcelo Juvenal (um de seus idealizadores), colocar o caminhante “em contato com o patrimônio natural, monumental e religioso” da costa paulista. “No caminho, além de admirar a natureza e os pontos turísticos das cidades litorâneas, o viajante irá conhecer lugares que marcaram a passagem dos jesuítas pela área”, diz ele.

Entre esses marcos históricos – são 23 ao longo do percurso - estão as ruínas do Abarebebê (capela construída a mando do padre Leonardo Nunes no que é hoje a cidade de Peruíbe), as ruínas da ermida Guaibê (onde os jesuítas se encontravam para rezar e catequizar os índios), a Biquinha de São Vicente (outro ponto de catequização indígena) e a chamada “Cama de Anchieta” (formação rochosa localizada no litoral de Itanhaém e que, reza a história, era o local de oração e meditação preferido de Anchieta). 

Preparativos

Os aventureiros que quiserem percorrer o trajeto devem, antes de mais nada, fazer uma inscrição no site caminhasaopaulo.com.br. Isso lhes habilitará a ter um cartão eletrônico que renderá descontos (de 10 a 30%) em uma série de hotéis e restaurantes que existem no caminho. O dispositivo também poderá ser usado para registrar a passagem dos viajantes por cada um dos 22 pórticos eletrônicos espalhados ao longo do percurso.

O trajeto, segundos organizadores da iniciativa, está todo sinalizado, e o turista pode percorrê-lo por partes: não é necessário vencer os 360 quilômetros de só uma vez.

“É um projeto universal, feito tanto para aquela pessoa que quiser se hospedar em um hotel  5 estrelas como para aquela que quiser carregar uma barraca de camping e dormir na areia”, diz Maurício Juvenal. “O importante é que as pessoas conheçam melhor a história e as paisagens do nosso Estado”.

Mais informações:
www.caminhasaopaulo.com.br   

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