Viagem

Conheça as 7 experiências mais radicais que um viajante pode ter pelo mundo

Marcel Vincenti

Colaboração para o UOL

01/07/2017 04h00

Você é do tipo de turista que curte roteiros com inusitadas, nojentas ou assustadoras -- ou todas estas opções juntas? Conheça abaixo as sete experiências mais radicais ao redor do mundo, que causam frio na barriga até nos mais destemidos:

  • Imagem: Amanderson2/Flickr
    Amanderson2/Flickr
    Imagem: Amanderson2/Flickr

    Nadar em um lago com águas-vivas em Palau

    Na ilha de Eil Malk, em Palau, turistas se divertem nadando em um lago com milhões de águas-vivas. Os animais chegaram ao lago através de fissuras e túneis que o conectam com o Oceano Pacífico e encontraram ali um ambiente ideal para viver e se reproduzir, sem a presença de grandes predadores. Para a sorte dos viajantes, essas águas-vivas não causam ferimentos em seres humanos. Apenas snorkelling é permitido no lago, mas é possível se surpreender com a quantidade de águas-vivas que flutuam pelo local até mesmo da superfície.

  • Imagem: Fish & Wildlife Service Headquarters/Creative Commons
    Fish & Wildlife Service Headquarters/Creative Commons
    Imagem: Fish & Wildlife Service Headquarters/Creative Commons

    Ver a migração de morcegos na Zâmbia

    A partir do fim de outubro, o Parque Nacional Kasanka é tomado pelo movimento migratório de 8 milhões de morcegos. Eles chegam à região em busca das frutas maduras e suculentas que, nessa época do ano, costumam preencher as árvores. Os mamíferos dominam o céu do Kasanka logo após o pôr do sol e se deliciam até altas horas da madrugada. O fenômeno é uma fascinante atração turística e leva viajantes do mundo inteiro ao Kasanka. O movimento dos morcegos costuma ocorrer até meados de dezembro.

  • Imagem: Shakti/Creative Commons
    Shakti/Creative Commons
    Imagem: Shakti/Creative Commons

    Rezar com ratos na Índia

    No deserto do Rajastão, viajantes podem ir ao templo hindu de Karni Mata, em Deshnok, onde os fiéis veneram ratos. Há milhares deles, correndo de um lado para o outro, subindo nos altares e passando sobre os pés do público. Diz a lenda que Karni Mata foi uma mulher hindu do século 14 com poderes sobrenaturais – e que, em uma viagem pelo deserto, viu seu enteado morrer afogado enquanto ele tentava beber água de um poço. Ela teria usado seus poderes para trazê-lo de volta à vida, mas em forma de rato. E também decretou que todos os seus descendentes reencarnariam como roedores. Hoje os fiéis veneram os ratos do templo como a prole legítima de Karni Mata. Além de rezar para os roedores, eles dão leite para os bichinhos. Turistas são bem-vindos – mas, seguindo a norma hinduísta, devem entrar descalços.

  • Imagem: Msafari2425/Creative Commons
    Msafari2425/Creative Commons
    Imagem: Msafari2425/Creative Commons

    Alimentar hienas na Etiópia

    Quase toda noite, etíopes levam turistas para o lado de fora do muro medieval que cerca Harar. Com pedaços de carne crua em espetos de madeira, eles assoviam em direção ao mato. Não demora para que, no meio da escuridão, surja o brilho de olhos ameaçadores vindo em direção ao grupo. São enormes hienas, que se aproximam com calma das pessoas para conseguir seu jantar. Os viajantes são incentivados a dar a carne para elas (alguns até seguram o espeto entre os dentes e esperam que o bicho chegue a poucos metros de seu rosto para abocanhar o alimento). Os nativos garantem que não falta comida para os animais e que, por isso, não atacam as pessoas.

  • Imagem: Sarah Depper/Flickr
    Sarah Depper/Flickr
    Imagem: Sarah Depper/Flickr

    Refrescar-se na Piscina do Diabo, no Zimbábue

    Na fronteira com a Zâmbia, turistas têm a chance de tomar banho em uma piscina natural ao lado de um penhasco com mais de 100 metros de altura. Quando o fluxo do rio Zambezi, que alimenta as Cataratas de Vitória, está baixo (geralmente entre agosto e janeiro), uma piscina natural é formada em uma área de erosão. A "jacuzzi" fica ao lado da borda por onde, na época da cheia, cai um dos fluxos de água das cataratas. Qualquer movimento imprudente pode fazer o turista parar lá embaixo.

  • Imagem: Scoundrelgeo/Creative Commons
    Scoundrelgeo/Creative Commons
    Imagem: Scoundrelgeo/Creative Commons

    Subir em uma pedra sobre um abismo na Noruega

    Você subiria em uma pedra presa entre as paredes da fenda de uma montanha com um abismo de quase mil metros de altura bem abaixo de seus pés? É possível viver esta experiência bem pertinho da Islândia (e sair com uma bela foto para o Facebook). Perto do cume da montanha de Kjerag, a cerca de 400 quilômetros da capital norueguesa, turistas sobem nesta rocha que parece que irá cair a qualquer momento. A aventura compensa: lá embaixo, é possível ver o fiorde Lysef, com 42 quilômetros de extensão.

  • Imagem: ExNihil/Creative Commons
    ExNihil/Creative Commons
    Imagem: ExNihil/Creative Commons

    Mergulhar entre placas tectônicas na Islândia

    Turistas podem mergulhar em uma fissura entre duas placas tectônicas, conhecida como Silfra, no Parque Thingvellir, a cerca de 50 quilômetros de Reykjavik, capital da Islândia. A temperatura da água costuma ser baixa, mas é uma das mais transparentes da Islândia, com visibilidade de mais de cem metros. Ótimo cenário para fotógrafos com equipamentos apropriados, que podem fazer imagens incríveis.

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