Santo Domingo

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Avenida del Puerto, em Santo Domingo Divulgação

Santo Domingo guarda relíquias arquitetônicas e a história da colonização do "Novo Mundo"

“A mais antiga das Américas”. Essa é a frase que mais se lê e se ouve durante um passeio pela Zona Colonial de Santo Domingo, capital da República Dominicana, que carrega em sua história o fato de ter sido a primeira cidade fundada no “Novo Mundo”. As marcas da colonização espanhola estão por toda a parte: nas construções de pedra, nos costumes herdados dos índios taínos – o principal povo que habitava o local antes da chegada dos espanhóis em 1492 – e nos vários museus que recontam essa história sob diferentes aspectos.

Quem visita Santo Domingo de Gusmão inevitavelmente se lembra de quem foi Cristóvão Colombo, já que esse sobrenome serviu para batizar monumentos da capital dominicana, hoje tombados pela Unesco. 

As principais atrações da cidade podem ser conhecidas em um único dia e a grande maioria delas são pagas. E quem reservou apenas um dia do cronograma da viagem para conhecer a capital dominicana, não pode deixar de visitar o Alcázar de Colón, a casa onde morou a família Colombo por mais de três gerações hoje transformada em museu, que recebe turistas interessados em conhecer os aposentos e objetos que pertenceram a Diego Colombo, filho de Cristóvão Colombo, e à Maria de Toledo, sua esposa. Ao lado do Alcázar, a Catedral Primada de América é uma das construções mais importantes da cidade por ter sido a primeira igreja do “Novo Mundo”. 

Para entender um pouco da história moderna da República Dominicana, vale visitar o Museo Nacional de Historia y Geografia, uma boa oportunidade para ver os pertences e conhecer a figura do general Rafael Trujillo, que presidiu o país de 1930 a 1961.

O Faro a Colón, monumento, centro cultural e museu inaugurado em 1992, é onde os dominicanos dizem estar guardados os restos de Cristóvão Colombo (há uma disputa com Cuba em relação a essa questão, que também diz ter guardado os restos do navegador espanhol em seu território).

Os interessados na fabricação do charuto dominicano podem observar a manufatura do produto e comprá-los em lojas da Zona Colonial. E os dominicanos garantem: os charutos nacionais nada perdem para os tradicionais cubanos.

Muitos dos restaurantes da cidade se concentram na Zona Colonial. Em frente ao Alcázar de Colón, do outro lado da praça, há cerca de dez restaurantes que ocupam sete casarões coloniais, conhecidos por Las Atarazanas, que servem cardápios variados que misturam a culinária local e gastronomia internacional. Para criar um clima, trovadores modernos percorrem as mesas tocando clássicos do dominicano Juan Luis Guerra, como “Borbujas de Amor”.

Destino de passagem para quem segue em direção à Costa Leste do país para aproveitar o sol e a mordomia dos resorts all-inclusive e muito forte no turismo de negócios, a cidade esbanja cassinos e hotéis executivos. E quem decide dedicar um tempinho para conhecer a capital pode se surpreender com a riqueza da história que o país guarda em suas construções, museus, igrejas, ruas e praças.  

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