Como chegar

Não há voos diretos para Amã. Todas as rotas passam pela Europa, com exceção dos voos da Emirates, que fazem escala em Dubai. A viagem dura em torno de 20 horas no total. Os voos que chegam da Europa geralmente pousam em Amã à noite. Nesse caso, a melhor opção para chegar ao centro da cidade é contratar um táxi pré-pago em um guichê que há dentro do aeroporto. Caso o voo pouse durante o dia, uma boa alternativa são os ônibus da Airport Express, que partem de pontos em frente às portas de entrada do aeroporto. A passagem custa 10 vezes menos que a corrida de táxi e o ponto final é a estação de ônibus Abdali, no centro da cidade. Este serviço também funciona à noite, mas depois das 22h é inconstante e pode deixar o viajante na mão.

Após o desembarque, as bagagens costumam passar novamente por um raio-X. Na volta, antes do embarque, homens e mulheres passam por "cabines", onde são revistados.

Transporte
Movimentar-se por Amã é uma tarefa um pouco complicada. Algumas ruas têm o nome "real" e o nome "fantasia". A Abu Bakr as-Siddiq Street, por exemplo, é conhecida como Rainbow Street. Já a Suleiman AL-Nabulsi Street também é chamada de Police Street. Não se admire se na mesma avenida encontrar o nome dela grafado diferente de um quarteirão para outro. Outro detalhe que deve ser levado em conta é que as placas de muitas ruas, avenidas e praças podem aparecer com o nome árabe ou inglês, não há uma padronização. Mas já que a família real é homenageada em muitas delas, vale ter em mente o pequeno dicionário árabe/inglês: Al-Malek/King; Al-Maleka/Queen; e Al-Amir/Prince. Assim, se estiver procurando a rua Al-Malek Faisal e se deparar com a placa King Faisal, não se preocupe, você está no lugar certo.

Outros pontos de referência importantes para movimentar-se por Amã são os círculos (circles). A cidade é dividida em sete círculos principais, nominados "first circle", "second circle" e assim por diante - cada um tem um nome em árabe, mas a versão em inglês é mais usual. Localizar-se através deles é fácil, porque são marcados por grandes rotatórias de carros, daí o nome. A região em torno e próxima à rotatória é a zona correspondente àquele circle. É muito comum que restaurantes e hotéis dêem como endereço oficial apenas o nome da avenida onde estão, sem o número, e complementem com informações como "entre o quarto e o quinto círculo". Parece impossível, mas os taxistas conseguem chegar sem problemas. Mas é sempre bom perguntar por pontos de referência próximos ao local aonde deseja ir.

O viajante a turismo vai circular basicamente por quatro áreas de Amã: o centro e as zonas Jebel Amman, Shmeisani e Abdoun. O centro, também conhecido como Il-balad, é a área onde se concentram as principais atrações turísticas, o comércio de rua, os restaurantes populares, bancos e casas de câmbio. O bairro colado a ele é Jebel Amman, que se desenvolve do primeiro ao quarto círculo e tem boa oferta de bares, restaurantes e hotéis de diversos padrões - de populares a cinco estrelas. Um bom ponto de referência para desbravar sua zona mais cool é a Rainbow Street, ao redor da qual estão os lugares mais famosos. A oeste de Jebel está Adboun, lugar do agito, dos restaurantes modernos, de bares descolados e de algumas boates. O ponto base para passear por ali é o Círculo Abdoun. A zona Shmeisani é a área "chique" da cidade e reúne grande parte dos hotéis estrelados e de cadeias internacionais em Amã.

Táxi
A maneira mais prática, rápida e confortável de circular por Amã é usando táxis. Eles não são caros, se comparados com o preço da bandeirada brasileira. Peça sempre para que o taxista ligue o taxímetro. Caso ele diga que está quebrado, ameace sair do carro e esperar por outro, talvez o aparato volte a funcionar instantaneamente. Os táxis comuns têm a cor amarela, já os brancos são os táxis coletivos, a versão jordaniana das "vans" brasileiras. Eles têm lugar para cinco a sete pessoas e fazem rotas fixas (afixadas no vidro dianteiro do veículo). Amã está tentando melhorar seu sistema de ônibus, mas ainda é deficitário. Não é recomendável usá-los, primeiro porque às vezes para ir de um bairro a outro é necessário usar duas linhas, segundo porque quase sempre estão com a rota escrita em árabe, e, finalmente, porque a economia é tão pequena que não compensa gastar o triplo ou mais do tempo para fazer o mesmo trajeto de táxi.

Qual a melhor época para ir?

No verão a temperatura pode passar dos 45º, enquanto no inverno, por conta do deserto, o frio é intenso. Prefira abril e maio ou setembro e outubro.

Informações úteis

Idioma: Árabe

Site do país:  www.jordan.gov.jo
Site da cidade: www.ammancity.gov.jo/english
Site de turismo do país: www.visitjordan.com

Embaixada brasileira na cidade: Iskandaronah Street, 17, Abdoun, tel. 962 (6) 592-3941

Fuso horário: Cinco horas a mais do que Brasília.

DDI: 962

Telefone local de emergência: 191 (polícia)

Informações turísticas: O Ministério de Turismo e Antiguidades tem um posto de informações e queixas no bairro Jebel Amman, Al-Mutanabbi Street, térreo, tel. 962 (6) 464-2322. Diariamente, das 8h às 21h. Para emergências, a polícia turística tem um posto junto ao escritório do Ministério e também na Hashemi Street, perto do Teatro Romano. Conta ainda com um serviço gratuito de atendimento telefônico ao turista, o Halla Line. É possível ligar de qualquer telefone fixo ou público para o número 0800-22-228.

Moeda: Dinar jordaniano. Veja a cotação em economia.uol.com.br

Gorjetas: É esperado que se dê gorjeta para qualquer serviço prestado. Nos restaurantes, é praxe dar o valor correspondente a 10% o valor consumido. No hotel, 1 a 3 dinares jordanianos já está de bom tamanho para camareiros e carregadores, por exemplo.

Internet: Não é difícil encontrar lan houses e cybercafés em Amã, principalmente no centro e nas regiões mais turísticas, como o bairro de Jabel Amman. A maioria dos hotéis tem business centers, mas os preços são exorbitantes. Melhor usar só em caso de emergência.

Segurança: São raros os casos de roubos em Amã. Caso esqueça a carteira em algum lugar, por acaso, não é surpresa voltar lá minutos - ou horas - depois e encontrá-la intacta. No geral, é uma cidade com baixos níveis de violência. Depois dos atentados com bomba a três hotéis turísticos em 2005, os restaurantes mais chiques e os hotéis passaram a adotar a revista na entrada e, inclusive, alguns têm aparelhos de raios-X para bolsas e equipagens, além de detector de metais.

Voltagem e tomadas: 220V, com dois ou três pinos redondos (padrão europeu). Recomenda-se levar adaptadores.

Visto: É necessário visto para entrar na Jordânia. Ele pode ser obtido na chegada ao país, basta apresentar o passaporte, que deve ter pelo menos seis meses de validade, e pagar uma taxa em dinares jordanianos. Quem preferir sair do Brasil com o visto, pode solicitá-lo na Embaixada da Jordânia, SHIS QI 9, conj.18, casa 14, tel. (61) 248-5407, em Brasília, ou no Consulado, Avenida Paulista, 326, conj. 158/159, Centro, tel. (11) 3285-5521, em São Paulo. É necessário levar o passaporte, duas fotos 3X4, preencher um formulário e pagar uma taxa. O visto normalmente fica pronto em 24 horas e tem validade de 90 dias.

Controle de imigração: Basta apresentar o passaporte.

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