Jerusalém está bem no meio de Israel, o que a torna uma boa base para conhecer muitas áreas ao redor. A capital econômica do país, Tel Aviv, fica cerca de uma hora em direção ao litoral e o Mar Morto a menos de duas. Eilat, a cidade de veraneio às margens do Mar Vermelho no extremo sul do país pode ser alcançada em cerca de quatro horas de carro.

Dentro dos limites da Cidade Velha a forma de locomoção é andar a pé. Já para circular entre os pontos da parte nova, os ônibus e bondes administrados pela empresa Egged são bastante eficientes.

Jerusalém é entrelaçada por um bom sistema regular de linhas de ônibus e conta ainda com uma linha turística (a 99) que faz um roteiro circular pelos principais pontos de interesse. Esse roteiro especial tem um sistema de cobrança diferenciado, sendo possível comprar passes para 24 ou 48 horas que permitem ilimitados embarques e desembarques durante o período de validade (são 34 paradas). A cidade também é servida por linhas de bonde, que passam por muitos pontos de interesse turístico.

O viajante pode pagar a tarifa regular, que permite o uso dos dois sistemas (ônibus e bonde) pelo período de 90 minutos. No caso dos ônibus, há também passes para dez viagens ou para uso ilimitado por um mês.

Uma informação importante é que estes transportes não circulam nos principais feriados religiosos judaicos e também não operam durante o Shabbat (30 minutos antes do pôr do sol na sexta-feira até no mínimo 30 minutos após o pôr do sol no sábado).

O táxi, relativamente econômico, também é uma boa forma de transporte. Peça sempre para o taxista ligar o taxímetro, dizendo "Bá Monê".

Serviço:
Egged Company
www.egged.co.il

Como chegar

Os voos internacionais chegam pelo Aeroporto Internacional Ben Gurion, localizado em Tel Aviv (50 km de Jerusalém). A forma mais econômica de fazer o percurso entre o aeroporto e Jerusalém é pegando um ônibus de linha que sai a cada meia hora em direção à rodoviária central.

Há também um serviço de vans da empresa Nesher para levar passageiros do aeroporto até os hotéis e outros pontos da cidade, que é uma opção mais confortável e ainda considerada econômica. Finalmente existe a forma mais cara, via taxi.

Serviço:
Aeroporto Internacional Ben Gurion
www.ben-gurion-airport.co.il

Nesher Tours
www.neshertours.co.il

Qual a melhor época para ir?

Jerusalém apresenta baixa umidade relativa do ar, o que faz as noites frescas mesmo no verão. No inverno (entre novembro e março) o frio é razoável, mas dificilmente com temperaturas negativas. É um período em que os preços de hotéis caem bastante. No alto verão (julho e agosto) tudo fica bastante tumultuado e caro. Atenção para os feriados religiosos judaicos, que são em datas móveis.

Informações úteis

Site de turismo do país: www.goisrael.com.br
Site de turismo da cidade: www.itraveljerusalem.com

Embaixada Brasileira em Israel
Rua Yehuda HaLevi 23, 30 andar - Tel Aviv – Israel
Tel: +972 (03) 797-1500
http://telaviv.itamaraty.gov.br

Idioma: Hebraico e árabe

Fuso horário: GMT +2
DDI: 972 (Israel)
Código de acesso da cidade: 02
Telefones de emergência
Bombeiros: 102
Ambulância/emergências: 101
Polícia: 100

Informações Turísticas: Há vários postos de informações turísticas em Jerusalém, com funcionários prestativos. Alguns promovem até passeios gratuitos pela cidade.

Aeroporto Ben Gurion – No desembarque, próximo à esteira de bagagens

Jerusalem City Hall (Prefeitura)
3 Safra Square
Tel: +972 (2) 629-5363

Cidade Velha/Jaffa Gate
1 Jaffa Street (Jaffa Gate)
Tel: +972 (2) 627-1422

Para informações via fone (TourPhone) basta discar *3888 de qualquer aparelho telefônico na cidade.

Moeda: Novo Shekel (NIS)
Câmbio: Os melhores lugares para trocar dinheiro são as lojas privadas, que não cobram a comissão de 4% dos bancos. Há vários espalhados na Cidade Velha, especialmente perto dos portões de Jaffa e Damascus. No centro novo há lugares para câmbio na região da Ben Yehuda.
Atenção: Na sexta-feira os câmbios só funcionam de manhã e no sábado fecham o dia inteiro. Domingo é dia útil.

Gorjetas: Incluir o serviço na conta (ou avisar quando não está incluído) é algo que tem ficado mais popular ultimamente. Em cafés e lanchonetes o costume é oferecer entre 10% a 12%. Já em restaurantes mais chiques é esperado deixar 15%.

Telefone: Cartões telefônicos podem ser comprados em vários lugares, como postos do correio, bancas de jornal e quiosques de loteria.

Internet: É muito fácil encontrar internet wi-fi em cafés, alguns cobrados por hora e outros gratuitos.

Segurança: Jerusalém é uma cidade muito segura em termos de crime, mesmo durante a noite. A única área que exige mais cuidado é a do Monte das Oliveiras. Quanto ao terrorismo, a situação é imprevisível. Como regra geral, é bom evitar grandes aglomerações. Prepare-se para ter a bolsa ou mochila revistadas na porta de todos os estabelecimentos, inclusive bares e restaurantes. No começo assusta, mas depois o pesado esquema de segurança passa a ser algo normal.

Voltagem e tomadas: A voltagem padrão é 220V e as tomadas são do tipo europeu, redondas, com dois ou três pinos.

Visto: Cidadãos brasileiros não precisam de visto para entrar em Israel. Basta que o passaporte esteja válido por seis meses.

Controle de Imigração: Bastante rigoroso (e por vezes demorado), mas condizente com um país sempre sob a ameaça terrorista. Antes do embarque, mesmo que você só esteja fazendo uma conexão e tenha despachado a bagagem no Brasil, você será chamado em uma sala para identificá-la e responder diversas perguntas. Também é costume indagar o motivo da visita. Se tiver sobrenome de origem árabe, os questionamentos são mais extensos. Se você tiver intenção de algum dia visitar um país com o qual Israel não mantém relações diplomáticas (países muçulmanos, como o Líbano), peça para não carimbarem seu passaporte.

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