Em Jerusalém há sabores de muitos países e culturas. Homus, tahine, arroz, purê de batatas, legumes são ingredientes sempre presentes.

Muito além das tradicionais barracas de falafel (tradicional bolinho de grão de bico, servido no pão pita com salada), aqui se encontra o melhor da gastronomia europeia, etíope, mediterrânea e do meio oriente.

Os alimentos kasher (permitido aos judeus de acordo com a lei religiosa) excluem carne de porco e de outros animais que não ruminem o alimento ou que não possuem fendas nas patas, ostras, frutos-do-mar e produtos derivados do leite e da carne.

Devido às regras religiosas, os horários dos restaurantes podem ser confusos. Em geral, os estabelecimentos judeus funcionam das 12h às 23h (de domingo a quinta. Às sextas o expediente se encerra por volta das 16h e só é retomado no sábado depois das 20h. Os demais restaurantes (minoria por sinal) costumam abrir diariamente. Alguns fecham aos domingos.

O Mahané Yehuda é um mercadão que se estende por alguns quarteirões entre as ruas Jaffa e Agripas, absolutamente imperdível. Tem de tudo: roupas, quinquilharias, frutas e legumes, às vezes na mesma barraca.

Há ótimos quitutes por ninharia. Desde coisas para levar para casa, como o doce halewa (que não estraga), e todos os ingredientes para um piquenique incrível como pasta de salmão, arenque defumado, as maravilhosas azeitonas israelenses e pão preto (daqueles típicos feitos pelos imigrantes russos).

Atravessando a Rua Agripas, há pracinhas calmas para um piquenique. Se preferir, há bons restaurantes (e baratos) no mercado. O melhor dia para ir é sexta-feira de manhã, quando o mercado ganha mais vida com os ortodoxos comprando mantimentos para o Shabat.

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