San Francisco pode ser mais bem compreendida se dividida por bairros, e pelo menos 15 deles têm apelo turístico. A cidade é uma dessas em que, como Nova York, às vezes, o carro atrapalha. Há muitos estacionamentos públicos, mas são caros (chegam a custar U$ 6 por hora). Os hotéis mais baratos não oferecem garagem e outros cobram pelo estacionamento separadamente.

A cidade é bem servida de transporte público. Há várias linhas de ônibus, metrô e trens urbanos que servem aos cerca de 110 bairros. Quem está hospedado na região metropolitana ou nas cidades da Bay Área (baía de São Francisco), pode usar o sistema ferroviário, o Bart (San Francisco Bay Area Rapid Transit District), que é confortável e tem linhas que levam até o centro.

Os táxis também não são baratos (começam em U$ 3,10 pelos três primeiros quilômetros), mas há diversas companhias que cobrem a cidade e são uma boa opção para sair à noite. Dependendo do local, não é fácil achar um táxi desocupado. O ideal é manter o número telefônico de algumas empresas anotados. Funcionários de bares e restaurantes também costumam ligar e solicitar o serviço para seus clientes.

Para se locomover dentro da cidade, a melhor opção é usar os sistemas de transporte públicos. Os trajetos custam de U$ 1,50 (Bart/metrô) a U$ 5 (cable car). Pessoas acima de 65 anos e portadores de necessidades especiais têm descontos.

Muni buses (ônibus) também são uma boa opção, mas costumam chegar atrasados aos pontos de parada nos horários de grande tráfego (12h-2h e 18h-20h).

Muni streetcars (têm aparência de ônibus, mas andam sob trilhos) são mais eficientes e mais rápidos do que os famosos cable cars (trens urbanos).

Os cable cars não cobrem toda a cidade, mas são uma das principais atrações turísticas da cidade. Esse tipo de transporte foi comum em muitas cidades durante o século 19, mas atualmente só são encontrados em funcionamento em San Francisco. O Muni (San Francisco Municipal Railway) tem cerca de 80 linhas e vende "visitor passports" (passes para visitantes), que podem ser de um dia ou de uma semana. O sistema de metrô Bart não vende passaportes desse tipo, mas oferecem bilhetes pré-pagos de U$ 10 e U$ 20, que o turista pode usar como um sistema de crédito.

Os "ferries", que antes da construção das pontes eram os responsáveis pelo transporte entre San Francisco e a Bay Area, ainda estão em operação e atendem principalmente às comunidades de Sausalito e Tiburon (desde o Ferry Building), além de fazerem passeios regulares à Angel Island (ilha do Anjo) e ao presídio de Alcatraz (desde o pier de Fisherman's Wharf).

Quem visita San Francisco em busca dos cenários ensolarados dos folhetos turísticos deve agendar a viagem para os meses de setembro e outubro, durante o outono.

Como chegar

Um táxi do aeroporto ao centro custa, em média, U$ 40, mas é possível usar outros meios de transporte públicos, como o sistema de metrô Bart, com passagens que custam cerca de U$ 6, vans e limusines, a preços que variam de acordo com a distância a ser percorrida.

Para se movimentar dentro do aeroporto, o turista deve usar o AirTrain, que opera em duas linhas: uma vermelha, que conecta todos os terminais, garagem e a estação Bart, e uma azul, que liga os terminais, a garagem, a estação de trem e o rental car center (central de aluguel de carros). O AirTrain é o serviço de transporte oficial do aeroporto. É gratuito.

Aeroportos
O SFO (San Francisco International Airport) está localizado 22 km ao sul da cidade, próximo à junção das rodovias US 101 e I-380 .

Rodovias
São quatro as principais rodovias que levam a San Francisco: a State Highway 1, a Federal Highway 101, a Interstate Highways I-280 e a I-80. Elas ligam o município à região da San Francisco Bay Área (Baía de San Francisco), Santa Cruz, San Jose e Los Angeles (ao Sul), Berkeley, Oakland e Sacramento (ao Leste). Sacramento é a capital do Estado e fica 140 km a Nordeste de San Francisco.

Quem está em Los Angeles (560 km de distância), por exemplo, pode optar pela Highway 1, que percorre toda a costa oeste da Califórnia, com vista para o oceano Pacífico, ou pela US 101, mais rápida. De San Jose (a 72 km), o melhor trajeto é pela I-280.

Quem está ao Norte da cidade, pode usar a US 101 e atravessar a Golden Gate Bridge. Ao Leste (Berkeley, Oakland e Sacramento), a melhor opção é seguir a highway 80 e cruzar a Bay Bridge para entrar na cidade.

Trens
Existem três opções na região. O Bart (Bay Area Rapid Transit District), transporte intermunicipal que cobre toda a região metropolitana de San Francisco. Tem cerca de 50 estações espalhadas pela cidade e pela Bay Area.  O Caltrain cobre toda a região metropolitana de San Francisco. Funciona das 5h30 às 22h. Por fim, o Amtrak, transporte interestadual, com cerca de 500 estações no país. Cobre aproximadamente 50 Estados.

Qual a melhor época para ir?

Depende se você pretende passar muito ou pouco frio. A temperatura sofre mudanças bruscas durante o dia e o vento é constante, além de gelado. Mesmo no verão é bom manter um agasalho por perto.

Informações úteis

Idioma: Inglês é o idioma oficial de todo o território norte-americano. Na maioria dos bares, restaurantes e hotéis também se fala em espanhol.

Fuso horário: 4 horas a menos que o horário de Brasília (quando o Brasil adianta os ponteiros do relógio em uma hora no horário de verão, o fuso sobe para cinco horas). Entre novembro e fevereiro, os EUA atrasam os ponteiros do relógio em uma hora. Nesse período, o fuso é de seis horas.

Site do país: www.usa.gov
Site de turismo do país: www.discoveramerica.com.br
Site da cidade de San Francisco:  www.onlyinsanfrancisco.com
Centro de informações para visitantes: Sobre atrações, tours, hotéis e reservas de carros, o turista pode ligar, de San Francisco, para 1 (800) 637-5196 (ligação gratuita). www.onlyinsanfrancisco.com/plan_your_trip/vic.asp
Consulado do Brasil: 300 Montgomery Street, 900, tel. (00XX1 415) 981-8170 (setor consular - ramal 223); e-mail: consular@brazilsf.org. www.brazilsf.org/port/index.htm.

DDI: 1

Códigos de acesso da cidade: 415

Telefone: Para ligar de San Francisco para o Brasil deve-se discar 011 55 antes do DDD da cidade e do número de telefone. Para telefonar para outras cidades dos Estados Unidos é preciso discar 1 antes do código de área da cidade e do número do local.

Telefone local de emergência: 911 (para emergências médicas, incêndio e polícia)

Moeda: Dólar americano. Veja a cotação em economia.uol.com.br/cotacoes/

Câmbio: Quem tem cartão de débito internacional pode usar os caixas eletrônicos ATM para retirar dólares. Há um limite diário que varia de US$ 200 a US$ 300, sem cobrança de IOF.

Gorjetas: As gorjetas nos EUA não são incluídas na conta, mas é praxe pagar entre 15% e 20% sobre o valor total gasto.

Correios: Os post offices (agências dos Correios) estão espalhados por toda a cidade e funcionam de segunda a sexta, normalmente, das 8h às 16h. Algumas agências abrem aos sábados, das 10h às 17h.

Segurança: Segura para quem caminha pela Strip até o Stratosphere. Após este hotel, a cidade fica um pouco mais perigosa. Dirigir pela Strip é complicado por causa do grande número de veículos que circulam ali o dia todo. Engarrafamentos são comuns até na madrugada. Tome cuidado também com os motoristas embriagados.

Voltagem e tomadas: A voltagem mais comum é de 110 volts, mas há hotéis e residências que usam também a de 220 volts. As tomadas têm dois pinos planos, um mais largo e outro mais estreito. Recomenda-se levar um adaptador caso esteja com algum eletrônico brasileiro na viagem, como laptop, ferro de passar roupa ou secador de cabelo.

Pesos e medidas: Nos EUA, em vez de graus centígrados, mede-se a temperatura em Fahrenheit. Em lugar de quilo, usa-se libra para peso. E, em vez de quilômetros, calcula-se distância em milha. Litros devem ser convertidos em galões. Veja a equivalência.

1 milha = 1,61 km
1 lb. = 453,59 g
1 galão = 3,787 litros
32F = 0ºC

Visto: Para solicitar um visto de turista para os EUA, é preciso acessar o site https://ceac.state.gov/genniv/default.aspx, preencher o formulário DS-160 e pagar uma taxa única de US$ 160 (valor não reembolsável em caso de negativa do visto). O pagamento pode ser feito diretamente pelo site do agendamento, em dinheiro nas agências do Citibank ou por boleto bancário.

Agora há dois processos a seguir. O primeiro é agendar a coleta de dados biométricos (foto e impressão de digitais) em um CASV (Centro de Atendimento ao Solicitante de Visto). Leve o passaporte e a confirmação do formulário DS-160. Pessoas com mais de 66 anos ou menos de 15 não precisam coletar as digitais, apenas entregar uma fotografia 5x7 e a página de confirmação do DS-160.

O segundo passo é marcar a entrevista na Embaixada, no Distrito Federal, ou nos consulados do Rio de Janeiro, São Paulo e Recife. Recomenda-se agendar a entrevista com pelo menos dois meses de antecedência. Mais informações aqui.

Controle de imigração: Conseguir visto de turista não garante a entrada nos EUA. Os oficiais de imigração podem mandar o visitante de volta para casa caso tenham motivos para acreditar que se trata de um terrorista ou de alguém que tem intenção de morar ou trabalhar ilegalmente no país. O antigo formulário I-94 (aquele papelzinho branco que era entregue durante o voo) foi extinto.

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