Como chegar

Do Brasil, o mais comum é desembarcar no aeroporto JFK. O percurso até Manhattan pode ser feito de táxi, de ônibus (barato, mas desconfortável caso esteja com mala grande), metrô (bem barato, mas inviável com malas) ou serviço privado de Van.

A viagem de táxi dura mais ou menos uma hora e custa em torno de US$ 50. De ônibus, a viagem não é tão complicada se você estiver com uma mala de tamanho médio e sem muitos casacos para carregar. A viagem sairá por cerca de US$ 15. Os ônibus funcionam a cada trinta minutos das seis da manhã até a meia-noite. Você pode telefonar para o (718) 875-8200 para o programa de horário exato. A primeira parada é no terminal da estação Grand Central e de lá você pode pegar um shuttle que passa por diversos hotéis da cidade. New York Airport Service Express Bus, www.nyairportservice.com

Há também a opção de contratar o serviço de van, que costuma reunir um grupo de pessoas que vão para destinos próximos ao seu. O valor é semelhante ao do táxi. No aeroporto há um guichê onde é possível se informar sobre os horários e empresas que oferecem o transporte. Há inúmeras empresas que prestam esse serviço, como a www.supershuttle.com.

E, se ao pisar na cidade, já quiser se aventurar, pegue o chamado AirTrain, que o levará até o metrô. A viagem custará menos de US$ 10 por pessoa, mas durará em torno de uma hora e meia para chegar ao destino final.

Rodovias
As principais rodovias (highways) de acesso a Nova York passam por Boston e pela Filadélfia.

Trajeto 1: De Boston, ao norte, para Nova York, a viagem tem 342 km. São percorridos cerca de 160 km na 90 West e depois na 84 West, já atravessando Connecticut. A outra metade da viagem é pela 91 South e 95 South. O último trecho se faz pela 278 West, já no Bronx, norte da ilha de Manhattan.

Trajeto 2: Partindo da Filadélfia, ao sul, a viagem de 150 km começa pela 95 North, cruzando New Jersey, e prossegue pela US 1 N. Os trechos finais serão percorridos na US 19 N, em Jersey City, chegando a Nova York, ao sul da ilha de Manhattan, por meio do Holland Tunnel, no rio Hudson.

Aeroportos
JFK International Airport
JFK International Airport, Jamaica, NY
Tel: 1 (718) 244-4444
www.panynj.gov/airports/jfk.html

La Guardia Airport
La Guardia Airport, Flushing, NY
Tel: 1 (718) 533-3400
www.panynj.gov/airports/laguardia.html

Newark Liberty
Newark Airport, Newark, NJ
Tel: 1 (973) 961-6000
www.panynj.gov/airports/newark-liberty.html

Rodoviária
Port Authority Bus Terminal
625 8th Ave., Midtown West/41Street & 8th Ave
Tel: 1 (212) 564-8484
www.panynj.gov

Estações de trem
Grand Central Terminal
Park Ave. and East 42nd Street, Midtown East
Tel: 1 (212) 340-2210
www.grandcentralterminal.com

Penn Station
234 W. 31st Street-Pennsylvania Station
8th Avenue e W. 31st/33rd Streets (NY)
Tel: 1 (212) 630-6401 (Amtrack) 800-872-7245
www.amtrak.com

Qual a melhor época para ir?

Há atividades durante o ano inteiro na cidade, por isso não há uma melhor época nesse sentido. As estações são bem definidas. Por conta disso, lembre-se que que o inverno nova-iorquino pode ser incômodo para quem não está acostumado. A neve é praticamente certa em dezembro e janeiro. Já o verão pode ter picos acima dos 30ºC, além de ser úmido, o que aumenta a sensação térmica.

Informações úteis

Idioma: Embora o inglês seja a língua nativa, não se espante ao encontrar pessoas falando as mais diversas línguas. A maioria dos restaurantes é possível se virar em espanhol. Em bairros específicos, como no Little Italy, o italiano funciona normalmente.

Fuso horário: O relógio brasileiro está uma hora adiantado em relação a Nova York. Durante o nosso horário de verão, a diferença sobe para duas horas.

DDI: Para discagem internacional, faça o seguinte:
Prefixo internacional (00) + operadora + 1 (código dos Estados Unidos) + 212 (código da cidade de Nova York) + o número do telefone desejado.

Códigos de acesso da cidade: 212 é o código de Manhattan. Outros códigos da cidade são:
718 - Brooklyn, Queens e Staten Island
347 - Inwood

Telefone: Para ligar de Nova York para o Brasil deve-se discar 011 55 antes do DDD da cidade e do número de telefone. Para telefonar para outras cidades dos Estados Unidos é preciso discar 1 antes do código de área da cidade e do número do local.

Telefone local de emergência: 911 (para emergências médicas, incêndio e polícia)

Informações turísticas: Todas as informações turísticas, incluindo guias de alimentação, teatros e eventos culturais, podem ser obtidos pelo site www.nycgo.com.

Moeda: Dólar americano. Veja a cotação em economia.uol.com.br/cotacoes/

Câmbio: Para trocar travelers cheques em Los Angeles, procure as agências American Express, que não cobram para trocar os cheques da própria marca. As agências centrais de grandes bancos também fazem o câmbio, mas cobram comissão de 0,50% a 2,5% sobre o valor trocado, ou taxa de US$ 10 a US$ 30, por transação. O horário de funcionamento dos bancos é flexível, mas a maioria funciona de segunda a sexta, das 9h às 17h, e aos sábados, das 9h às 14h. Quem tem cartão de débito internacional pode usar os caixas eletrônicos ATM para retirar dólares. Há um limite diário que varia de US$ 200 a US$ 300, sem cobrança de IOF.

Gorjetas: As gorjetas nos EUA não são incluídas na conta, mas é praxe pagar entre 15% e 20% sobre o valor total gasto em restaurantes, bares, corridas de táxi e salões de beleza. Normalmente, os clientes dão 16%, o dobro do valor do imposto cobrado pelo Estado da Califórnia, que é de 8,5% e que vem incluído nas notas fiscais de qualquer produto ou serviço. Em bares, inclua um dólar por drinque. O carregador de mala do hotel recebe um dólar por volume.

Correios: Os post offices (agências dos Correios) estão espalhados por toda a cidade e funcionam de segunda a sexta, normalmente, das 8h às 16h. Algumas agências abrem aos sábados, das 10h às 17h.

Internet: O acesso à internet pode ser obtido em quase todos os hotéis, bares e cafés. Muitos oferecem acesso gratuito e conexão rápida e sem fio. Normalmente, há avisos de "Wireless Hotspot" ou "Free Internet".

Segurança: Nova York tem uma das menores taxas de violência do mundo e a menor entre as 25 maiores cidades dos EUA. Andar a pé em Manhattan é extremamente tranquilo. De suas áreas, o Bronx apresenta o maior grau de violência.

Voltagem e tomadas: A voltagem mais comum é de 110 volts, mas há hotéis e residências que usam também a de 220 volts. As tomadas têm dois pinos planos, um mais largo e outro mais estreito. Recomenda-se levar um adaptador caso esteja com algum eletrônico brasileiro na viagem, como laptop, ferro de passar roupa ou secador de cabelo.

Pesos e medidas: Nos EUA, em vez de graus centígrados, mede-se a temperatura em Fahrenheit. Em lugar de quilo, usa-se libra para peso. E, em vez de quilômetros, calcula-se distância em milha. Litros devem ser convertidos em galões. Veja a equivalência.

1 milha = 1,61 km
1 lb. = 453,59 g
1 galão = 3,787 litros
32F = 0ºC

Visto: Para solicitar um visto de turista para os EUA, é preciso acessar o site https://ceac.state.gov/genniv/default.aspx, preencher o formulário DS-160 e pagar uma taxa única de US$ 160 (valor não reembolsável em caso de negativa do visto). O pagamento pode ser feito diretamente pelo site do agendamento, em dinheiro nas agências do Citibank ou por boleto bancário.

Agora há dois processos a seguir. O primeiro é agendar a coleta de dados biométricos (foto e impressão de digitais) em um CASV (Centro de Atendimento ao Solicitante de Visto). Leve o passaporte e a confirmação do formulário DS-160. Pessoas com mais de 66 anos ou menos de 15 não precisam coletar as digitais, apenas entregar uma fotografia 5x7 e a página de confirmação do DS-160.

O segundo passo é marcar a entrevista na Embaixada, no Distrito Federal, ou nos consulados do Rio de Janeiro, São Paulo e Recife. Recomenda-se agendar a entrevista com pelo menos dois meses de antecedência. Mais informações aqui.

Controle de imigração: Conseguir visto de turista não garante a entrada nos EUA. Os oficiais de imigração podem mandar o visitante de volta para casa caso tenham motivos para acreditar que se trata de um terrorista ou de alguém que tem intenção de morar ou trabalhar ilegalmente no país. O antigo formulário I-94 (aquele papelzinho branco que era entregue durante o voo) foi extinto.

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