A Filadélfia é uma cidade pequena, com ares de município do interior, e bastante plana, o que torna as caminhadas por suas ruas uma atividade prática e agradável. Os mais preguiçosos podem optar pelo Phlash (www.phillyphlash.com), um ônibus especial que circula o dia inteiro, fazendo paradas estratégicas em mais de 20 pontos turísticos. O ônibus tem dois tipos de bilhete: um para apenas um trecho percorrido e outro passe que vale para o dia inteiro.

Dirigir também é fácil para quem decidir alugar um carro. No entanto, encontrar um lugar para estacionar pode ser uma tarefa impossível dependendo da hora do dia. Preste atenção na sinalização, pois o código de trânsito da cidade é rígido e a fiscalização, constante. Uma boa opção é o serviço de táxi. As tarifas são relativamente baratas e não há problemas na hora de encontrar veículos disponíveis. Alguns táxis chegam até mesmo a aceitar cartões de crédito. Na hora de pagar não esqueça da típica gorjeta, normalmente de 15%, cobrada informalmente pelos serviços nos EUA.

Outra maneira de circular é utilizando os meios de transporte públicos, dos quais fazem parte os ônibus municipais, duas linhas de metrô e bondes. Andar de ônibus, entretanto, pode ser um pouco complicado para quem não está familiarizado com o esquema da cidade. Informações sobre horários e tarifas podem ser obtidas no site da SEPTA (www.septa.org), a empresa que opera o serviço.

Como chegar

É difícil encontrar voos diretos do Brasil para a Filadélfia. Normalmente, as principais companhias aéreas disponibilizam apenas voos com escalas em outras cidades americanas, como Chicago ou Miami, por exemplo.

O Philadelphia International Airport está situado a menos de 20 quilômetros do centro histórico da cidade, enquanto a 30th Street Station fica a poucos minutos de carro do local. Táxis são fáceis de encontrar, assim como serviços de shuttle e agências de aluguel de carros.

Rodovias
Diversas rodovias estaduais passam pela Filadélfia. Para quem vem do Norte, a I-95 é uma boa opção. Além de ser uma viagem tranquila, o caminho oferece uma bela paisagem do Rio Delaware e conta com várias saídas para o centro da cidade. Para quem vem do Oeste, a I-276 passa pelo norte da cidade. A viagem de carro entre a capital americana, Washington DC, e a Filadélfia é bem popular e dura cerca de duas horas.

Ônibus
A Filadélfia está situada a poucas horas de outras cidades muito interessantes dos EUA, como Nova York e Atlantic City. Viajar de ônibus na região pode sair bem mais barato do que fazer o trajeto por trem. As empresas Greyhound (www.greyhound.com) e Peter Pan Bus (www.peterpanbus.com) oferecem lugares em seus ônibus a preços mais modestos. Uma dica é comprar as passagens com a maior antecedência possível. Dessa maneira, é possível obter descontos incríveis.


Trem
Para os que preferem uma viagem mais tradicional, a companhia de trem Amtrak (www.amtrak.com) também tem uma estação na cidade. A 30th Street Station é uma das maiores da região.

Qual a melhor época para ir?

A cidade tem climas extremos. Enquanto o inverno é rigoroso, no verão a temperatura passa fácil dos 30º. Logo, para aproveitar sem cansaço, escolha a primavera.

Informações úteis

Idioma: Inglês.

Site do país: www.usa.gov
Site da cidade: www.phila.gov
Site de turismo do país: www.discoveramerica.com.br
Site de turismo da cidade: www.visitphilly.com
Consulado Geral do Brasil na Filadélfia: Não há. O mais próximo fica em Nova York, na 1185 Avenue of the Americas, 21º andar, tel. 1 (917) 777-7777. www.brazilny.org

Fuso horário: Durante o inverno brasileiro, a diferença entre as cidades é de uma hora, mas aumenta para duas quando o verão chega ao Hemisfério Sul.

DDI: 1

Códigos de acesso da cidade: 215

Telefone: Para ligar da Filadélfia para o Brasil deve-se discar 011 55 antes do DDD da cidade e do número de telefone. Para telefonar para outras cidades dos Estados Unidos é preciso discar 1 antes do código de área da cidade e do número do local.

É preciso comprar um cartão telefônico internacional ou ter quarters (moedas de 25 centavos) para usar os telefones públicos. Cada minuto de ligação para o Brasil custa US$ 0,25. Os cartões são vendidos por US$ 5, US$ 10 e US$ 20 em qualquer supermercado ou loja de conveniência. Um cartão de US$ 20 (mais comum e fácil de encontrar) oferece, em média, mil minutos de ligação para o Brasil.

Uma opção mais em conta é comprar um chip pré-pago de celular. Em média, gasta-se cerca de US$ 10 pelo chip (3G ou 4G) e mais US$ 2 por dia para uso ilimitado de SMS e ligações para dentro dos Estados Unidos. Esse valor permite uso de internet com 10GB de limite semanal, o que garante facilmente ligações via Skype para o Brasil.

Telefone local de emergência: 911 (para emergências médicas, incêndio e polícia)

Informações turísticas: 1700 Market Street, Suite 3000, tel. 1 (215) 636-3300, fax 1 (215) 636-3327. www.philadelphiausa.travel

Moeda: Dólar americano. Veja a cotação em economia.uol.com.br/cotacoes/

Câmbio: Para trocar travelers cheques na Filadélfia, procure as agências American Express, que não cobram para trocar os cheques da própria marca. As agências centrais de grandes bancos também fazem o câmbio, mas cobram comissão de 0,50% a 2,5% sobre o valor trocado, ou taxa de US$ 10 a US$ 30, por transação. O horário de funcionamento dos bancos é flexível, mas a maioria funciona de segunda a sexta, das 9h às 17h, e aos sábados, das 9h às 14h. Quem tem cartão de débito internacional pode usar os caixas eletrônicos ATM para retirar dólares. Há um limite diário que varia de US$ 200 a US$ 300, sem cobrança de IOF.

Gorjetas: É normal deixar 15% do valor da conta de gorjeta em restaurantes. Carregadores esperam um dólar por mala carregada.

Correios: Os post offices (agências dos Correios) estão espalhados por toda a cidade e funcionam de segunda a sexta, normalmente, das 8h às 16h. Algumas agências abrem aos sábados, das 10h às 17h.

Internet: O acesso à internet pode ser obtido em quase todos os hotéis, bares e cafés. Muitos oferecem acesso gratuito e conexão rápida e sem fio. Normalmente, há avisos de "Wireless Hotspot" ou "Free Internet".

Segurança: Apesar de ser tranquila durante o dia nas partes mais centrais e turísticas, é sempre bom tomar cuidado ao andar pela Filadélfia, já que a região não está livre de ladrões e trombadinhas. Além disso, algumas das cidades nos seus arredores, como Baltimore e Camden, por exemplo, estão na lista das mais violentas nos Estados Unidos.

Voltagem e tomadas: A voltagem mais comum é de 110 volts, mas há hotéis e residências que usam também a de 220 volts. As tomadas têm dois pinos planos, um mais largo e outro mais estreito. Recomenda-se levar um adaptador caso esteja com algum eletrônico brasileiro na viagem, como laptop, ferro de passar roupa ou secador de cabelo.

Pesos e medidas: Nos EUA, em vez de graus centígrados, mede-se a temperatura em Fahrenheit. Em lugar de quilo, usa-se libra para peso. E, em vez de quilômetros, calcula-se distância em milha. Litros devem ser convertidos em galões. Veja a equivalência.

1 milha = 1,61 km
1 lb. = 453,59 g
1 galão = 3,787 litros
32F = 0ºC

Visto: Para solicitar um visto de turista para os EUA, é preciso acessar o site https://ceac.state.gov/genniv/default.aspx, preencher o formulário DS-160 e pagar uma taxa única de US$ 160 (valor não reembolsável em caso de negativa do visto). O pagamento pode ser feito diretamente pelo site do agendamento, em dinheiro nas agências do Citibank ou por boleto bancário.

Controle de imigração: Conseguir visto de turista não garante a entrada nos EUA. Os oficiais de imigração podem mandar o visitante de volta para casa caso tenham motivos para acreditar que se trata de um terrorista ou de alguém que tem intenção de morar ou trabalhar ilegalmente no país. O antigo formulário I-94 (aquele papelzinho branco que era entregue durante o voo) foi extinto.

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