Madri

Madri é repleta de praças, museus, igrejas, construções históricas e parques. Coleções de arte importantíssimas podem ser visitadas no Museu Reina Sofia ou no Museu do Prado.

Destacam-se entre as atrações as controversas touradas, um dos mais representativos pontos da cultura espanhola, amado por muitos e odiado por tantos outros. A Plaza Monumental de las Ventas (metrô Ventas) tem touradas normalmente aos domingos, entre março e outubro. Ali, os ingressos podem acabar logo e têm preços variados de acordo com a importância da tourada e com o lugar que você se senta.

Para quem visita o destino de olho em fazer umas compras, a maior loja de departamentos é o El Corte Inglês, e sua matriz está ao norte da Puerta del Sol, na calle de Preciados. Ruas ao redor da Puerta del Sol, principalmente aquelas em direção aos bairros Chueca e Malasaña, concentram um comércio mais alternativo, como brechós, lojas de pôsteres e suvenires criativos. Dê especial atenção ao Mercado de Fuencarral (Calle Fuencarral, 45). Já o Mercado San Miguel, em uma das saídas da Plaza Mayor, existe desde o início do século 20 e vende diversos produtos típicos. Merece a visita, mas hoje já não é mais tão barato. O mais badalado é o El Rastro, que acontece aos domingos pela manhã e começa no bairro La Latina (metrô La Latina), estendendo-se pelas ruelas ao redor.

Quem busca produtos grifados encontra lojas concentradas na região entre as Calles Serrano e Ortega y Gasset. Ali estão Chanel, Dior, Louis Vuitton, Prada, Armani, Gucci, Tom Ford, Ermenegildo Zegna, além das marcas espanholas Paco Rabanne, Manolo Blahnik, entre outras.

Vida noturna
Madri tem uma cena agitadíssima. Os bares e discotecas não enchem antes da meia-noite. Botecos para tapear estão abertos desde cedo e começam a lotar logo que os espanhóis terminam a jornada de trabalho, lá pelas 20h.

É bom entender as regiões: Chueca e Malasaña contam com muitos restaurantes, bares e discotecas espalhados por suas ruas e praças. Não é nada difícil deparar-se com DJs tocando no meio da rua durante o verão. Chueca, em especial, é o reduto GLS. Já o Centro, mais especificamente na região entre a Puerta del Sol e a Plaza Mayor, tem mistura de estilos, idades e bares, cheios quase a semana inteira. Huertas é a área que fica em volta da Plaza Santa Ana, não tão longe da Puerta del Sol. Somente a praça já é um festival de bares e uma zona de papo animado -- com um ligeiro acréscimo nos preços -- desde o final da tarde. A partir daqui espalham-se clubes com música de vários estilos, principalmente pop. La Latina, regado a cerveja e tapas, é onde você encontra os restaurantes e botecos mais baratos.

Há também opções para aqueles que preferem um programa mais cultural e a Gran Via é o templo do teatro em Madri, com casas famosas que colocam em cartaz musicais renomados. E para aqueles que querem mergulhar no sangue espanhol, o flamenco é a dança típica do país, e realmente vale a pena assistir a uma apresentação. Cartazes em estações de metrô podem divulgar apresentações esporádicas, como frequentemente ocorre no Centro Cultural de la Vila.

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