Como chegar

A única forma de se chegar ao arquipélago é por via aérea. Baltra, ao norte da ilha Santa Cruz, é o principal acesso para Galápagos. As companhias aéreas que chegam à região oferecem saídas diárias de Quito e Quayaquil, ambas no Equador. A duração da viagem é de 1h30 (saindo de Guayaquil) e 3h (a partir de Quito), incluindo escala. A outra porta de entrada é por San Cristóbal.

Aeroporto de Baltra
Ilha de Baltra, s/n.
Tel: (593) (05) 2521-191 / 2521-187

Aeroporto de San Cristóbal
Av. Alsacio Northia, s/n.
Tel: (593) (05) 2520-350

Quem desembarca em Baltra deve tomar o ônibus sentido Canal (serviço gratuito oferecido pelas companhias aéreas) e depois a balsa até Santa Cruz. A travessia não dura mais do que dez minutos. Uma vez do outro lado do canal Itabaca, o passageiro deve esperar um dos ônibus públicos com destino ao terminal rodoviário de Puerto Ayora ou seguir de táxi até o centro da cidade, em um trajeto de 40 minutos. A empresa Citteg oferece saídas do aeroporto diariamente em horários predeterminados.

Os visitantes que chegam por San Cristóbal contam com um aeroporto bem próximo a Puerto Baquerizo Moreno, capital de Galápagos, onde se pode chegar com uma caminhada de 15 minutos. Os horários e dias de saída de voos e transporte terrestre podem ser modificados de acordo com a temporada, por isso recomenda-se confirmação prévia nas empresas prestadoras do serviço.

Devido aos horários reduzidos e às longas distâncias entre as ilhas, recomenda-se uma permanência mínima de uma semana para conhecer os pontos turísticos mais importantes do arquipélago. Os horários dos botes estão programados em função das chegadas dos voos provenientes do continente.

De Santa Cruz, as “fibras” (como são chamadas as embarcações marítimas entre as ilhas) saem para Isabela e San Cristóbal. Confirme com antecedência os horários e não deixe para comprar os tíquetes na hora do embarque, sobretudo em períodos de alta temporada. Para quem quiser ganhar tempo, a companhia aérea Emetebe oferece voos diários em pequenos aviões, com capacidade para até nove passageiros, unindo Baltra e Isabela (40 minutos) e a San Cristóbal (20 minutos).

Os centros urbanos das principais ilhas são bem pequenos e podem ser visitados a partir de agradáveis caminhadas pelo famoso Malecón (os calçadões a beira mar) ou ainda em bicicletas que podem ser alugadas nas ilhas.

Mas nem todas as atrações naturais do arquipélago estão em terra firme, de modo que a única saída para visitá-los é contratar os serviços de tours marinhos oferecidos pelas agências locais. Informe-se também da necessidade de contratação de guias credenciados para o acesso a alguns setores do Parque Nacional Galápagos.

Navios costumam oferecer saídas semanais com diferentes roteiros e tempo de duração, mas devem ser descartados pelos viajantes que queiram maior tempo de contato, em terra ou no mar, com a fauna e flora exóticas de Galápagos.

Cooperativa de Transportes Expreso Galápagos Citteg
Gral. Rodriguez Lara 0 Y Isla Duncan – Puerto Ayora - Galápagos
Tel: 05-2526232
Emetebe
www.emetebe.com.ec

Qual a melhor época para ir?

Galápagos é um daqueles destinos que pode ser visitado durante o ano todo. O que vai definir o melhor período são as preferências pessoais do viajante quanto às condições climáticas e também as expectativas com relação aos eventos naturais que pretende vivenciar.

O clima apresenta grandes variações. As duas estações marcantes são o verão e o inverno. O verão (de dezembro a junho) é bastante quente, com temperaturas em torno de 30 graus, e úmido, podendo ter chuvas diárias, porém passageiras, predominando os dias ensolarados. O inverno (de junho a novembro) traz ventos gelados, geralmente acompanhados de uma leve garoa. A média de temperatura fica na casa dos 24 graus durante o dia, com a temperatura baixando com a chegada da noite.

O período mais agradável para os passeios vai de dezembro a maio, quando o mar está mais calmo e as temperaturas mais mornas. Os meses de junho a agosto são populares entre os naturalistas, pois os animais estão mais ativos. E para os mergulhadores, a temporada vai de julho a novembro, quando é possível observar melhor as espécies marinhas.

O que define os períodos de alta temporada, entretanto, são as férias nos Estados Unidos e Europa, regiões de origem da maioria de turistas. A alta temporada ocorre entre junho e setembro e nos meses de dezembro e janeiro. 

Informações úteis

Sites de turismo do país: www.ecuador.travel
Site da Câmara de Turismo de Galápagos: www.galapagostour.org
Site do Parque Nacional de Galápagos: www.galapagospark.org

Embaixada do Brasil em Quito/Equador
Avenida Amazonas y José Arízaga, Edifício Amazonas Plaza, Piso 7
Tel: (593) 2 227-7300
http://quito.itamaraty.gov.br

Idioma: espanhol

Fuso horário: GMT -6

Código do país (DDI): 593
Código de acesso da cidade: 5

Moeda: dólar norte-americano

Documentos necessários: Brasileiros devem desembarcar no país portando passaporte com validade mínima de seis meses e certificado internacional de vacinação, que aponte a imunização válida contra febre amarela. Informações sobre a vacina contra febre amarela podem ser encontradas em http://bvsms.saude.gov.br/bvs/febreamarela/viajantes.php

O brasileiro não necessita de visto para visitar Galápagos, porém todos os viajantes devem fazer um cadastro obrigatório antes da viagem no site: http://192.73.243.207/cgggob/info/#inline_content_tur1

Taxas: A taxa de acesso ao Parque Nacional Galápagos, obrigatória para todos os que visitam as ilhas, custa US$ 100, mas brasileiros pagam apenas US$ 50, devido aos acordos estabelecidos entre o Equador e os países membros do Mercosul. Crianças abaixo de 12 anos pagam a metade. O valor deve ser pago, em dinheiro, logo no desembarque nos aeroportos de Galápagos. O visitante também deve pagar US$ 10 nos aeroportos de Quito ou Guayaquil referente à TCT (Tarjeta de Control de Tránsito).

Telefones úteis
Emergências: 911
Cruz Vermelha: 131

Tomadas/energia elétrica: A tensão elétrica é de 110-120 volts, 60 Hertz, com tomadas no padrão norte americano.

O que não pode faltar na minha bagagem? 
Chapéu ou boné, roupas leves e um casaco que proteja do vento, capa de chuva, botas ou tênis para as caminhadas e sandália no estilo papete que possa ser molhada, repelente de insetos, protetor solar, remédios de uso contínuo ou que esteja acostumado a usar em pequenas emergências. Não esqueça o adaptador de tomadas do padrão brasileiro para o padrão americano. O mais importante é o que não levar nas malas e bolsas: sementes, plantas, animais e alimentos frescos. As bagagens são todas inspecionadas na alfândega e o controle é rigoroso. O viajante enfrentará dificuldades se tentar adentrar as ilhas do arquipélago com esses itens. 

Dicas de quem já foi

Atrações

Cursos Online
UOL Cursos Online

Últimas notícias

UOL Cursos Online

Todos os cursos