Ilha Santa Cruz
Puerto Ayora é o principal centro urbano dessa ilha, chamada também de Indefatigable, uma homenagem à visita de um barco de guerra inglês com o mesmo nome. Considerado um dos lugares mais visitados em todo o arquipélago, o local costuma ser a primeira parada para os viajantes que desembarcam no aeroporto da ilha vizinha (Baltra) e serve também como conexão marítima para Isabela e San Cristóbal. Um passeio pelo Malecón (calçadão local) pode ser uma boa pedida para integrar-se ao ritmo de Galápagos.

Os locais mais visitados por lá são a Fundação Charles Darwin e o Centro Comunitário de Educación Ambiental Miguel Cifuentes Arias. Entre os atrativos naturais destacam-se o Cerro Dragón, Los Gemelos, a Fazenda Las Primícias, as Lavas do Hotel Royal Palm e a trilha Las Grietas. 

Ilha San Cristóbal
Com 558 km² e quase seis mil habitantes, San Cristóbal é considerada uma das ilhas mais antigas da região e apresenta formações geológicas impressionantes, como a imponente rocha León Dormido, formada por cinzas vulcânicas. O principal centro urbano da segunda maior ilha do arquipélago é Puerto Baquerizo Moreno, capital de Galápagos.

O movimento turístico não chega a ter as mesmas proporções da vizinha Santa Cruz, mas já é possível perceber os investimentos que estão sendo feitos para atrair novos visitantes a essa ilha, cuja principal atividade econômica ainda é a pesca.

O calçadão a beira mar atrai não só os viajantes por conta da recente revitalização, mas também pelos imensos e simpáticos anfitriões que costumam receber os recém-chegados, ainda no porto: os leões marinhos. Se por algum motivo você não conseguiu vê-los durante os passeios em outras ilhas, em San Cristóbal esses animais podem ser vistos por todas as partes. Estão deitados, entre malas e turistas, na plataforma de desembarque do Muelle Eco Turístico, monopolizam as areias de praias urbanas e, no final do dia, chegam a avançar sobre as calçadas de Baquerizo Moreno.

Uma boa opção para conhecer os pontos naturais mais famosos da ilha San Cristóbal é o passeio marítimo Tour de Baía, que dura cerca de quatro horas. Os atrativos que se destacam são o vulcão Junco, o Jardim de Opuntias Gigantes, o bosque Galapaguera do Cerro Colorado e as fazendas El Progreso e El Cafetal.

Ilha Isabela
A maior ilha do arquipélago (com mais de 45 mil km²) e uma das mais novas de toda a região (formada há aproximadamente 700 mil anos) se destaca por seus cinco vulcões: Isla Negra, Cerro Azul, Alcedo, Darwin e Wolf. 

Seus cerca de dois mil habitantes vivem em um ritmo bem diferente do agito das ilhas mais turísticas e suas ruas de terra com casas simples fazem desse lugar um dos destinos mais autênticos e tranquilos de Galápagos, apesar de abrigar crateras vulcânicas ainda em atividade.
Colonizada em 1897 por Antonio Gil, a ilha serviu de base militar norte-americana durante a Segunda Guerra Mundial e também como Colônia penal. O centro urbano de Isabela, também conhecida como Albemarte, está em Puerto Villamil, de onde saem as excursões aos pontos mais visitados da ilha.

É na ilha que fica o Centro de Criação de Tartarugas Gigantes e alguns atrativos naturais interessantes como as fendas rochosas Las Tintoreras, a cratera vulcânica Islote Tortuga e outros pontos que podem ser observados nas trilhas ao vulcão Sierra Negra e ao Muro de las Lágrimas.

Ilha Floreana
Puerto Velasco Ibarra é o principal centro urbano da menor e menos povoada ilha de todo o arquipélago de Galápagos. A população local é formada por cerca de 150 habitantes que dividem espaço com anfitriões famosos como leões marinhos e iguanas. Conhecida também como Ilha Santa María, Floreana costuma fazer parte das excursões marinhas que saem de Santa Cruz e San Cristóbal.

A ilha não conta com serviço estruturado para os visitantes, como bancos, restaurantes, cabines telefônicas e hospitais. É o lugar ideal para os viajantes que queiram visitar a área mais verde do arquipélago e caminhar entre fazendas e plantas endêmicas.

Lá também estão lugares históricos como as cavernas onde viveram os Wittmer, família alemã que habitou a ilha no início do século passado, e o Mirante da Baronesa, uma homenagem a Margaret Wittmer, baronesa desaparecida, juntamente com um dos seus amantes.

Desde o século 19, aquela beleza natural pouco explorada deu lugar a histórias misteriosas de desaparecimentos, envenenamentos e massacres, como o ocorrido em 1878 quando José Valdizán, um dos colonizadores da ilha, foi assassinado por trabalhadores trazidos por ele mesmo.

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