Eduardo Vessoni/UOL
Vista aérea da Marginal Tietê, um dos principais acessos rodoviários de São Paulo Eduardo Vessoni/UOL

Noite de São Paulo revela descontração que a correria do dia a dia esconde

São Paulo é uma cidade para muitas viagens. Com mais de 11 milhões de habitantes, ela se compara a metrópoles como Rio de Janeiro, Buenos Aires, Nova York e Berlim nos múltiplos estímulos que oferece ao visitante. Em cidades assim, uma visita apenas não dará conta de conhecê-las por completo.

A movimentada vida cultural e noturna é o que São Paulo tem de melhor para oferecer aos seus visitantes. Com uma extensa agenda de espetáculos teatrais, concertos, shows, festas e baladas, a capital paulista à noite revela uma face descontraída e alegre que a correria do dia muitas vezes esconde. O centro, a região da Avenida Paulista, da Rua Augusta, a Vila Olímpia e Vila Madalena são alguns dos endereços da curtição - os mesmos que também abrigam os outros atrativos, como museus, parques, compras e restaurantes.

Qualquer mês do ano serve para visitar a capital paulista. Tente combinar a viagem com a data de algum evento do seu interesse, que pode ser um show de artista internacional, uma megaexposição de artes plásticas, um congresso de medicina ou novas tecnologias, a Parada Gay, o Réveillon na Paulista, uma disputa automobilística. E mesmo se não houver grandes comemorações no calendário, prepare-se para ficar zonzo diante da oferta cotidiana de centros culturais, dos shoppings para todos os bolsos, de centenas de roteiros gastronômicos possíveis que apresentam ao turista os cardápios do Brasil e também da Ásia, da Europa, da América Latina.

Os moradores sofrem com a poluição, com a distância das áreas verdes e sobretudo com o trânsito congestionado que reduz o tempo de lazer. Mas quem escolhe São Paulo para viajar a negócios ou passear por poucos dias, sozinho ou com a família, pode se concentrar nas coisas boas da cidade. Uma delas é a rede hoteleira: enorme, eficiente, com cerca de 42 mil quartos. Turistas também podem se dar ao luxo de serem pedestres no centro, na avenida Paulista, nos sofisticados Jardins e no colorido reduto pós-hippie de Vila Madalena, ou desbravarem as linhas do metrô sem pressa.

Vale a pena ver o caos de concreto das alturas, em mirantes clássicos como o Edifício Itália e o antigo Prédio do Banespa (o Edifício Altino Arantes), na região central. Ali por perto, aproveite para conhecer, no Pateo do Colégio, o marco zero da vila fundada por jesuítas em 1554. A trajetória de importância histórica e opulência econômica de São Paulo, deflagrada com a cafeicultura, se deixa conhecer em diversos museus como o MASP, a Pinacoteca e o Museu da Língua Portuguesa, na Estação da Luz, sendo que vários deles combinam o percurso das exposições com agradáveis cafés e bistrôs.

Quem vai pela primeira vez não pode dispensar o impacto visual dos lagos, chafarizes e bosques do parque do Ibirapuera, sede de acervos importantes como o Museu Afro Brasil e o MAM (Museu de Arte Moderna). O refresco do verde e do ar mais puro estimula a conhecer a fauna do Zoológico de São Paulo e a se aventurar por parques temáticos com brinquedos radicais nos arredores. A cidade não tem fim, há serviços 24 horas, os apelos ao consumo são infinitos. Vá e volte.

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