A capital dos baianos foi a primeira capital do Brasil, séculos antes de Rio de Janeiro e Brasília. A importância histórica de Salvador é tão grande que seu centro antigo, o Pelourinho, foi reconhecido pela Unesco como Patrimônio Cultural da Humanidade. Dependendo das preferências dos visitantes para a diversão (se são as praias, a música, os museus e centros culturais, a religiosidade, a gastronomia ou as festas típicas), várias expedições são necessárias para conhecer os prazeres de Salvador.

Ninguém esquece a primeira vez em que ouviu o Olodum tocando no Pelourinho. A experiência é física, não apenas estética: o som dos tambores chacoalha os ossos porque parece vir do chão, das profundezas da Terra. Vem da África, dos ancestrais da humanidade, e esta conexão direta com o continente africano torna Salvador especial entre as metrópoles brasileiras. A cada instante, os shows dos capoeiristas, as cerimônias do candomblé, os blocos afro do Carnaval, o Balé Folclórico da Bahia e monumentos vivos como a Igreja Nossa Senhora do Rosário dos Pretos convidam à imersão na cultura negra.

Sólida e imponente como dois de deus cartões-postais, o Farol da Barra e o Elevador Lacerda, a memória da cidade também resiste à distância. Os personagens de Jorge Amado, os versos de Castro Alves, as fotos de Pierre Verger e as músicas de Dorival Caymmi, Caetano Veloso e tantos outros talentos promovem passeios virtuais, há décadas, por atrações como o Mercado Modelo, a praia de Itapuã, a boemia do Rio Vermelho, a sensualidade de baianos e baianas na Cidade Baixa e na Cidade Alta. Ver tudo isso ao vivo é mais bonito. Tem cheiro de mar, gosto de acarajé, textura de sorvete de frutas com gengibre e cachaça.

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