Viena

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Fotos
Como todo vienense que se prezasse, Freud tinha seu café favorito, o Landtmann, ainda um dos mais requintados exemplos das cafeterias clássicas da cidade Josef Polle­ross/The New York Times

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Por trás do Josephinum está outra curiosidade da história médica: o Narrenturm, ou Torre dos Loucos, o hospital para fins psiquiátricos mais antigo da Europa, construído em 1784. Em formato circular -- talvez porque se achava que isso teria um efeito positivo no humor dos pacientes -- tem cara de fortaleza de pedra, com fendas estreitas no papel de janelas Josef Polle­ross/The New York Times

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O Ohel Moshe Bäckerei fica no bairro judeu de Viena, o Leopoldstadt, onde Freud foi criado. O lugar é especializado em challah e guloseimas como rugelach e folhado de queijo Josef Polle­ross/The New York Times

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O hotel Park Hyatt está em uma das praças mais antigas de Viena, a Am Hof. O lugar abriga um bar de charutos que tem um clima opulento, imperial e bem renascentista Josef Polle­ross/The New York Times

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O museu de Viena dedicado a Freud exibe uma bengala e o chapéu do pai da psicanálise, protegidos por vidro desde os anos 70, quando o chapéu foi roubado, temporariamente, por um fã cleptomaníaco Josef Polle­ross/The New York Times

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Em busca de paisagens igualmente sonhadoras, descemos a Himmelstrasse, passamos por bosques minúsculos e casas elegantes, para chegar a Weinbau Zawodsky, um heuriger, ou wine bar, cercado de vinhas Josef Polle­ross/The New York Times

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Em Viena, o restaurante Plachutta pode ser famoso pelo tafelspitz, ensopado de carne favorito de Freud, mas o wiener schnitzel dessa bela casa não deixa nada a dever Josef Polle­ross/The New York Times

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Fachada do Café Landtmann, muito frequentado por Sigmund Freud Josef Polle­ross/The New York Times

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Considerado o primeiro em seu gênero em todo o mundo, o Museu do Funeral é sem dúvida um dos endereços mais inusitados (e fúnebres) de Viena, capital da Áustria Vienna Funeral Museum

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Considerado o primeiro em seu gênero em todo o mundo, o Museu do Funeral é sem dúvida um dos endereços mais inusitados (e fúnebres) de Viena Vienna Funeral Museum

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Caixão do Sitzsarg, o Museu do Funeral, em Viena, para enterrar o morto sentado. Criada pelo próprio curador do museu, a peça foi inspirada no surrealismo do artista belga René Magritte Vienna Funeral Museum

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Uma das curiosidades do Museu do Funeral de Viena é este caixão econômico criado a partir do decreto do Imperador Joseph II, em 1784 que obrigava a reutilização do caixão após o funeral, cujo fundo falso se abria para que o corpo do recém-falecido fosse jogado direto em uma sepultura Vienna Funeral Museum

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Vista de uma das salas da cripta da Michaelerkirche, igreja de Viena que guarda 210 caixões. O mais antigo é de 1589, com corpos em perfeito estado de conservação, muitos dos quais com as joias e roupas utilizadas no dia do velório Divulgação/Michaelerkirche

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Detalhe do caixão do poeta italiano Pietro Metastasio, o maior e mais imponente de todos os expostos na cripta da Michaelerkirche, igreja de Viena que guarda 210 caixões, cujo mais antigo é de 1589 Divulgação/Michaelerkirche

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Vista do altar da Michaelerkirche, igreja de Viena que abriga em seu subterrâneo uma cripta com mais de 200 caixões, cuja peça mais antiga é de 1589 Eduardo Vessoni/UOL

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Vista de uma das antigas entradas da Michaelerkirche, igreja de Viena que abriga uma cripta do século 16 aberta para visitação. O cenário é formado por um labirinto decorado com caixões abertos com múmias expostas, ladeiras de ossos e crânios, pequenas urnas com restos mortais de crianças e antigas correntes penduradas nas paredes Eduardo Vessoni/UOL

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Conhecido como Cripta Imperial, este salão na Igreja dos Capuchinos guarda os restos mortais dos membros da dinastia dos Habsburgo e expõe seus caixões de metal com contornos detalhistas em uma espécie de corredor mórbido onde as peças ganham valores artísticos, como o sarcófago duplo de Maria Teresa da Áustria e seu marido, o imperador Francisco I, em Viena Eduardo Vessoni/UOL

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No centro da sala, este caixão guarda os restos mortais do Kaiser Franz II, imperador cujo caixão está exposto na Cripta Imperial de Viena Eduardo Vessoni/UOL

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Caixão de Eleonora Gonzaga, uma das peças em exposição na Cripta Imperial de Viena. Neste salão subterrâneo da Igreja dos Capuchinos estão os restos mortais dos membros da dinastia dos Habsburgo, em pleno centro da capital austríaca Eduardo Vessoni/UOL

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Detalhe do caixão do Kaiser Joseph I, um dos monarcas austríacos que têm seus restos mortais guardados na Cripta Imperial, em Viena Eduardo Vessoni/UOL

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Detalhe do caixão do Kaiser Karl VI, um dos monarcas austríacos que têm seus restos mortais guardados na Cripta Imperial, em Viena Eduardo Vessoni/UOL

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Detalhe do caixão de Isabela de Parma, uma das monarcas que têm seus restos mortais guardados na Cripta Imperial, em Viena Eduardo Vessoni/UOL

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Desde 1633, imperadores, imperatrizes, reis e rainhas repousam na Cripta Imperial de Viena como a bela imperatriz Sissi (caixão da foto) e seu esposo Francisco José I Eduardo Vessoni/UOL

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Desde 1633, imperadores, imperatrizes, reis e rainhas repousam na Cripta Imperial de Viena como a bela imperatriz Sissi e seu esposo, o imperador Francisco José I (caixão da foto) Eduardo Vessoni/UOL

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Conhecido como Cripta Imperial, este salão nos subterrâneos da Igreja dos Capuchinos guarda os restos mortais dos membros da dinastia dos Habsburgo e expõe seus caixões com contornos detalhistas em uma espécie de corredor mórbido onde as peças ganham valores artísticos como os da imperatriz Sissi e seu esposo, o imperador Francisco José I (à esq. e no centro da foto) Eduardo Vessoni/UOL

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Discreta e amplamente aceita pela população local, a cena GLBT de Viena abriga endereços onde visitantes do mesmo sexo se sentem em casa como bares e cafés voltados, exclusivamente, para este tipo de viajante. Na foto, fachada da Staatsoper, teatro de ópera de Viena, um dos destaques arquitetônicos da capital da Áustria Eduardo Vessoni/UOL

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O Museu Albertina (na foto, à direita) é um dos endereços de Viena que realizam casamentos entre pessoas do mesmo sexo, inclusive entre estrangeiros. Aprovada em 2010, a lei de união civil na Áustria reconhece a relação entre pessoas do mesmo sexo com direitos que equivalem ao de um casamento heterossexual Eduardo Vessoni/UOL

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Fachada do Café Sperl, estabelecimento em funcionamento desde 1880, em Viena. Esta é uma das opções para o viajante gay que visita a capital da Áustria Eduardo Vessoni/UOL

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Declarada pela Unesco como Patrimônio Cultural Imaterial, a cultura do café é uma das experiências mais populares em Viena. Seja qual for o seu roteiro na cidade, os cafés são inevitáveis durante sua visita à capital austríaca como o Café Sperl (na foto) Eduardo Vessoni/UOL

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Banhista nada no rio Danúbio, em Viena. Com mais de nove mil hectares de área, o parque nacional Donau Auen abriga praias onde é possível praticar naturismo em ambientes voltados, exclusivamente, para o público gay masculino como o setor Toter Grund (na foto) Eduardo Vessoni/UOL

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Com mais de nove mil hectares de área, o parque nacional Donau Auen abriga praias onde é possível praticar naturismo em ambientes voltados, exclusivamente, para o público gay masculino como o setor Toter Grund (na foto) Eduardo Vessoni/UOL

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Fachada do Palácio Belvedere, residência de verão de um dos mais famosos personagens gays da Áustria, príncipe Eugênio de Saboia. Atualmente, este palácio barroco funciona como museu de artes e seu acervo está dividido em dois edifícios que se conectam por um bem cuidado jardim, em Viena Eduardo Vessoni/UOL

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Quadro do príncipe Eugênio de Saboia pintado pelo artista Jacob von Shuppen, em exposição no Palácio Belvedere, antiga residência de verão de Saboia, um dos mais famosos personagens gays da Áustria Eduardo Vessoni/UOL

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Fachada do edifício que abrigou o consultório de Sigmund Freud, em Viena. Atualmente, o local é um pequeno museu onde é possível conhecer a antiga sala de espera com mobiliário original doado por sua filha mais nova, a sala de tratamento com documentos de sua vida profissional e fotos Eduardo Vessoni/UOL

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Vista da sala de espera do antigo consultório de Sigmund Freud, médico que viveu em Viena por mais de 40 anos. Atualmente, o local é um pequeno museu na rua Berggasse, no 9º Distrito, na capital da Áustria Eduardo Vessoni/UOL

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No Museu Freud, em Viena, é possível ver objetos pessoais do pai da psicanálise como as correções feitas a mão pelo próprio Freud no texto datilografado da obra 'O homem Moisés e a religião monoteísta' (foto) e um bilhete escrito pela atriz Marlene Dietrich Eduardo Vessoni/UOL

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Interior do Café Berg, considerado o primeiro estabelecimento gay diurno de Viena, capital da Áustria Eduardo Vessoni/UOL

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O 6º Distrito, em Viena, é considerado o bairro gay da capital austríaca e abriga bares descoladinhos como o restaurante On Market (na foto), especializado na culinária asiática Eduardo Vessoni/UOL

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: Viena, quem diria, também tem sua versão gay para viajantes em busca de experiências clássicas que vão além do exibicionismo da capital austríaca de passado imperial WienTourismus/Peter Rigaud

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Viena, capital da Áustria, é conhecida também pelos estabelecimentos exclusivos para o público lésbico como o Frauencafé, pub feminista aberto em 1977; o Café Willendorf, popular entre o público lésbico e clientes amantes da cozinha vegetariana; e a casa noturna Las Chicas WienTourismus/Peter Rigaud

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As opções gays de Viena, capital da Áustria, incluem um antigo palácio do século 18 administrado por um príncipe gay; cafés clássicos frequentados pelo público gay; e praias de naturismo masculino às margens do rio Danúbio WienTourismus/Peter Rigaud

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Declarada em 2011 pela Unesco como Patrimônio Cultural Imaterial, a cultura do café é uma das experiências mais populares em Viena. Seja qual for o seu roteiro na cidade (bem como a sua preferência sexual), os cafés (Kaffeehaus, em alemão) são inevitáveis durante sua visita à capital austríaca WienTourismus/Peter Rigaud

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