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Léo Maia

Músico, filho de Tim Maia gosta de ouvir Bob Marley para viajar

Da Redação

Divulgação

Léo Maia escuta Rolling Stones
na volta da praia

Praia e natureza. São esses os destinos favoritos do músico Léo Maia, que gosta de viagens de curta distância e para lugares onde possa ficar por pelo menos uma semana. "Você chega num beat, mas a cidade tem outro. Demora um pouco para sintonizar".

O filho de Tim, que acaba de lançar seu segundo CD, "Cidadão do Bem", nasceu no Rio de Janeiro, mudou-se cedo para Campos dos Goytacazes, no norte do Estado, e há quatro anos se estabeleceu em São Paulo. Depois de tantas mudanças, as viagens já fazem parte de sua rotina.

Além desses três destinos, ele tem como favoritos Camburi, no litoral norte de São Paulo, e Fernando de Noronha, onde aproveita para pegar ondas. Viajar para cidades grandes? De jeito nenhum. "Só a trabalho. Mas aí sempre rola uma escapadinha e um mergulho no mar, em geral quando tenho shows no Nordeste." Apesar de adorar praia e natureza, o músico ainda não teve a oportunidade de conhecer o Pantanal ou a Amazônia, mas sonha em visitar as tribos do Xingu e "tomar uns baratos maneiros com os índios".

Nas viagens de lazer, Léo tem sempre por perto seus CDs do Stevie Wonder, dos Beatles --"música gostosa de ouvir"-- e dos Rolling Stones. Na ida para a praia, nada melhor para o músico do que "Is This Love", de Bob Marley. "É ótimo para viajar, e perfeito para um encontro com o mar", diz. E na volta? "Os Stones caem muito bem nessa hora, quando a gente já está derrubadão e já gastou toda a energia. Então deixo tocar um blues como 'Angie', ou mesmo 'Like a Rolling Stone' e 'Satisfaction'".

Como a maior parte dos músicos, viagem para Léo é quase sempre sinônimo de turnê. Quando se junta com sua banda Cavalo de Jorge, o repertório muda. "Geralmente rolam músicas instrumentais e novidades. Não que não possa rolar até mesmo uma Madonna". Madonna? "Claro, ouvimos tudo!" Recentemente, Hermeto Paschoal, Naná Vasconcelos, César Camargo Mariano e os sambas de Wilson das Neves acompanharam a banda em suas viagens.

Léo não tem iPod nem nada parecido. O músico, que já passa muito tempo do seu dia ouvindo música alta por questões de trabalho, nem considera deixar "o som alto bombando dentro do ouvido". "Achei melhor abolir isso para preservar minha audição", diz. Bom mesmo é um som ambiente --baixinho, para não incomodar--, seja no carro, na casa de praia ou na areia, tocando em seu rádio a pilha "paraibinha".

Música que marcou uma viagem? "História de Amor", uma canção que fez para a sua mulher. "É uma das minhas composições que mais tocam nas rádios. Me lembra praia, Angra dos Reis e aquela vibe perfeita". Músico, filho de Tim Maia gosta de ouvir Bob Marley para viajar
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