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Fotos

Bombas que explodem em Beirute, além do perigo constante de a guerra no país de Bashar al-Assad avançar sobre o Líbano. No Egito, após o corajoso levante popular de 2011, que derrubou o presidente Hosni Mubarak, o governo está novamente dominado por um regime autoritário que, não raro, prende estrangeiros que ousam se meter na política local. Em Israel, uma solução pacífica e justa para a conflituosa relação entre judeus e árabes parece mais distante do que nunca. E até a Turquia, que passou longos anos transmitindo uma imagem de estabilidade ao mundo, virou ultimamente um dos alvos preferidos de ataques terroristas, muitos executados em locais turísticos de Istambul. Todo esse caos e violência fazem com que muitos turistas nem pensem no Oriente Médio como seu próximo destino de férias. O medo é fundamentado e, enquanto você não se sente seguro para visitar a região, o UOL preparou um álbum para mostrar que, além de suas desgraças, o Oriente Médio tem lugares lindos para serem explorados. Se um dia a paz vier (ou, se antes disso, você quiser fazer uma viagem com um pouco de aventura), coloque-os na sua agenda Arte/UOL Mais

Mesmo com o épico levante popular de 2011, que derrubou o então presidente Hosni Mubarak, o Egito continua um país conturbado, hoje sob o regime de um governo altamente autoritário e sob risco constante de ataques terroristas. Os habitantes do país árabe, porém, ainda se orgulham de ter em sua terra um dos complexos arqueológicos mais fascinantes do mundo: as pirâmides de Gizé. Localizados a cerca de 10 km do Cairo, estes monumentos foram construídos como tumbas faraônicas há mais de 4.000 anos e fascinam por sua simetria perfeita. A mais imponente delas é a pirâmide de Quéops, finalizada por volta de 2.570 a.C. e com nada menos que 137 metros de altura. Na área também está a intrigante Esfinge, chamada pelos árabes de "Abu Al-Hul" (Pai do Terror) e que, sobre seu corpo felino, exibe o que seria o rosto do faraó Quéfren. É possível realizar passeios sobre dromedários e até em carruagem ao redor das pirâmides (mas negocie o preço antes do tour. Os egípcios que trabalham no local gostam de cobrar preços absurdos dos turistas) Getty Images Mais

Região que fica no coração da Anatólia, a Capadócia está a 700 km da cidade turca de Istambul. Com paisagens surreais, é um dos lugares mais procurados pelos turistas na Turquia. A paisagem insólita vislumbrada é fruto de ação vulcânica, cujas lavas deram origem a rochas porosas, que foram moldadas pela ação do vento e da água. Assim, formaram-se as esculturas conhecidas como "chaminés de fadas" e, dentro delas, populações fizeram suas casas e igrejas, pois os locais ofereciam conforto térmico adequado para as mudanças de temperatura da área. Os viajantes costumam admirar todo esse cenário a partir de passeios de balão. As melhores cidades para usar como base para explorar a área são Göreme, Uçhisar, Avanos e Ürgüp, onde há boa infraestrutura hoteleira. Na Capadócia, não deixe de visitar a igreja da Serpente, com lindos afrescos que datam do século 11 Getty Images Mais

A área conhecida como Sultanahmet é um dos perímetros históricos mais importantes do mundo. Foi nesta região onde, durante séculos, esteve o quartel-general do Império Otomano, que controlou grande parte do que hoje conhecemos como Oriente Médio. Lá está, por exemplo, a Hagia Sophia (vista ao fundo na foto), construída como basílica no século 6 d.C., quando Istambul se chamava Constantinopla e era capital do Império Bizantino. O monumento foi transformado em mesquita pelos otomanos no século 15 e hoje é um museu, onde o turista pode admirar testemunhos dessas duas eras (a cristã e a muçulmana). Lindos mosaicos mostrando Jesus e a Virgem Maria dividem espaço com a "shahada", o testemunho de fé islâmico que diz "Não há deus além de Deus e Maomé é seu profeta". Na área também está a Mesquita Azul (erguida no século 17 e hoje o principal monumento islâmico de Istambul) e o Palácio Topkapi, local que, entre os séculos 15 e 19, abrigou o principal centro de decisões do Império Otomano. Lá é possível conhecer a antiga residência dos sultões, um harém e um museu que exibe uma coleção de pedras preciosas Murad Sezer/Reuters Mais

Acredite ou não em Deus, você dificilmente não se comoverá ao presenciar um pôr do sol desde o monte das Oliveiras sobre o centro histórico de Jerusalém (imagem vista na foto). A cidade, sagrada para as três principais religiões monoteístas do planeta, exala uma atmosfera sagrada que impressiona qualquer visitante, em um cenário temperado pela tensão constante que ainda existe entre judeus e árabes na área. Em um único dia, o visitante pode caminhar da Igreja do Santo Sepulcro até a mesquita de al-Aqsa (o terceiro templo mais importante no mundo para o islã) e, de lá, descer para o Muro das Lamentações, onde judeus rezam fervorosamente sobre a estrutura rochosa que restou do Segundo Templo de Jerusalém, destruído em cerca de 70 d.C. pelos romanos. No centro velho da cidade, cristãos mais fervorosos também podem percorrer o caminho que seria a rota da via-crúcis de Jesus Cristo Marcel Vincenti/UOL Mais

Conhecidas, entre outros nomes, como "Rochas da Raouché", estas duas formações rochosas marcam uma parte do mar Mediterrâneo que banha a cidade de Beirute, no Líbano. Destruída por uma sangrenta guerra civil entre os anos 70 e 90 (e posteriormente bombardeada por Israel), a capital libanesa ainda vive sob as tensões do Oriente Médio, mas abriga lindas paisagens (como a vista nesta foto) e uma vida noturna vibrante. Durante o dia, casais passeiam tranquilamente pelo seu belo calçadão à beira-mar (a famosa Corniche) e na chique rua Hamra, a poucos metros dali. À noite, é a região de Mar Mikhael que é tomada por legiões de jovens em busca dos animados bares e discotecas da área. Se quiser boemia de verdade no Oriente Médio, este é o lugar. Para pular no mar, porém, é melhor sair de Beirute e ir até Byblos, a cerca de uma hora de distância e onde há praias mais bonitas e limpas Hassan Ammar/AP Mais

Difícil descrever a sensação de entrar em Petra, o sítio arqueológico mais famoso da Jordânia. Neste local surreal, que já foi até cenário para o filme "Indiana Jones e a Última Cruzada", templos e tumbas emergem das montanhas de arenito, que exibem colorações avermelhadas e formatos labirínticos. Beduínos, os nômades do deserto, passam pela paisagem com seus cavalos, cabras e camelos. Os nabateus, tribo árabe que se estabeleceu na região há mais de 2.200 anos, foram os principais escultores desta cidade. Eles transformaram o maleável arenito em belíssimas peças de arquitetura, como o Al-Khazneh ("o Tesouro"), obra do século 1 a.C. feita como mausoléu real e com uma fachada, de inspiração helenística, que impressiona pelas dimensões: tem 43 metros de altura por 30 de largura. Petra foi uma cidade poderosa. Os nabateus a colocaram na rota das caravanas que, rumo ao Mediterrâneo ou ao Mar Vermelho, cruzavam a península arábica. Hoje, é possível visitar os resquícios extremamente bem preservados deste local em uma viagem pela Jordânia. A melhor maneira para fazê-lo é organizando um tour a partir da capital jordaniana, Amã Getty Images Mais

A pouco mais de 600 km de Istambul, a Turquia abriga uma montanha branca pontuada por diversas piscinas naturais azuis que oferecem visão para as lindas paisagens rurais da Anatólia. O local se chama Pamukkale, que, traduzindo do turco, significa "castelo de algodão". Ao percorrer a montanha, o turista sente que está andando nas nuvens e, em determinadas épocas do ano, pode entrar em algumas das piscinas naturais, que têm água altamente mineralizada, com poderes benéficos para a saúde. Pamukkale, na verdade, é feita de calcário, e suas piscinas naturais, dispostas em degraus, são formadas por uma corrente de água quente, com temperatura média de 35ºC, que escorre desde seu topo. No cume da montanha, os turistas ainda podem visitar Hierápolis, as ruínas de uma cidade greco-romana que remonta ao século 2 a.C. e que teria recebido a visita de personalidades históricas como Cleópatra e Júlio César. Uma das atrações do lugar é um teatro que tinha capacidade para acomodar mais de 20 mil espectadores. A melhor maneira para chegar a Pamukkale é tomando um voo de Istambul até a cidade de Denizli, que fica a menos de 20 km do "castelo de algodão" Getty Images Mais

Cruzeiros não são apenas realizados por barcos gigantes sobre os oceanos. É também possível fazer um lindo passeio de barco sobre o mais lendário rio do mundo, o Nilo, em uma rota que vai da cidade de Aswan, no extremo sul do Egito, até Luxor, onde estão alguns dos principais monumentos faraônicos do país árabe, como o complexo de Karnak (que abriga, por exemplo, um obelisco de 29 metros de altura e uma área de 5.000 m² enfeitada por 134 colunas, algumas com 22 metros de altura e três de diâmetro) e o Vale dos Reis, onde foram enterrados alguns dos principais faraós da história. Na rota fluvial, feita com navios que comportam quase uma centena de pessoas, é possível observar vilas núbias, camponeses egípcios trabalhando em plantações de cana-de-açúcar e outros monumentos faraônicos, como o templo e Kom Ombo, ao lado do qual existe uma das atrações mais inusitadas da área: um museu com múmias de crocodilos Getty Images Mais

O famoso mar Morto pode ser visitado tanto em Israel (em cujas margens não faltam hotéis suntuosos, bares, spas e turistas russos) ou na Jordânia (onde o viajante encontrará uma estrutura bem mais simples, mas, de certa maneira, mais original, com areias frequentadas principalmente por famílias árabes). E por que o local é atrativo? Primeiro porque ele está a cerca de 400 metros abaixo do nível do mar, fazendo de suas margens a área seca mais baixa da superfície terrestre. Depois porque a imensa quantidade de sal presente em suas águas inviabiliza qualquer tipo de vida no local: sua salinidade é de 33% (dez vezes maior que a dos oceanos). E também porque no mar Morto estão presentes 21 tipos minerais, que fazem com que suas águas sejam consideradas terapêuticas. A água é tão salgada que impede que os banhistas afundem. Muitos brincam ao ler jornais boiando na água, como se estivessem sentados em uma cadeira. Se quiser conforto e estiver com a carteira mais cheia, hospede-se nos resorts que ficam do lado israelense. Mas, se o espírito for mais aventureiro e o bolso, mais vazio, é possível fazer um bate-e-volta de táxi de um dia entre a capital jordaniana, Amã, e a parte do mar Morto que banha o país árabe Getty Images Mais

Além de Petra, a Jordânia possui outro sitio arqueológico de primeira grandeza: as ruínas de Jerash, localizadas a cerca de 50 km da capital Amã. A entrada do local é marcada pelo fotogênico Arco de Adriano, que tem 13 metros de altura e foi inaugurado no ano de 129 d.C. em homenagem ao imperador romano Adriano. Jerash também abriga um hipódromo construído entre os séculos 1 e 3 d.C. e onde eram realizados eventos esportivos e corridas de bigas. Hoje, o local é palco para simulações de técnicas de combate romano, lutas de gladiadores e corridas de biga, com atores devidamente trajados. Outro destaque em Jerash é a imensa Praça Oval, adornada por 56 colunas jônicas Getty Images Mais

Com medo do Oriente Médio? Veja destinos incríveis que você está perdendo

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