Marina Gomes/UOL
Mariana guarda verdadeiras preciosidades do período colonial brasileiro e um olhar atento revela as jóias dispersas. Em frente, as igrejas São Francisco de Assis e Nossa Senhora do Carmo Marina Gomes/UOL

Mariana guarda preciosidades do período colonial

A cidade não tem o charme e a fama da vizinha Ouro Preto, distante apenas 12 km, nem está tão bem conservada, o que explica porque parte dos turistas esquece de dar uma esticadinha na viagem para conhecer Mariana. Grande engano. A cidade guarda verdadeiras preciosidades do período colonial brasileiro e um olhar atento revela as joias dispersas.

Para isso é preciso andar a pé pelas ladeiras dessa que foi a primeira cidade e a primeira capital de Minas Gerais.

Em 1696, bandeirantes comandados por Coronel Salvador Fernandes Furtado acamparam nas margens do Ribeirão do Carmo e, percebendo a existência de ouro, decidiram se fixar. Em 1745, a Vila Ribeirão do Carmo foi elevada à categoria de cidade com o nome de Mariana, uma homenagem de Dom João V a sua mulher Maria Ana d'Áustria.

A partir daí aumentaram consideravelmente o casario, as igrejas e outras construções produzidas sob a inspiração do barroco seiscentista português durante o ciclo do ouro e que hoje está impregnado nas pinturas, esculturas, arquitetura e mobiliário da cidade, grande parte obras de Francisco Xavier de Brito, Antônio Francisco Lisboa (Aleijadinho) e Mestre Atayde, além de impressos na poesia de Alphonsus de Guimaraens, que foi juiz da cidade.

A maneira mais interessante para chegar a Mariana é com a Maria Fumaça que recompõe o trajeto de 18 km vindo de Ouro Preto. Uma verdadeira volta ao tempo em quase uma hora passando por cachoeiras, matas e pequenos povoados.

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jul

Festival de Inverno de Mariana e Ouro Preto

Em julho, organizado atualmente pela UFOP, tem shows, oficinas, apresentações, manifestações culturais, teatros e exposições simultaneamente nas duas cidades, sempre com uma temática diferente.

fev

Carnaval

A cidade recebe em média 30 mil pessoas nos quatro dias de festa, que festejam com as escolas de samba, shows e principalmente com o desfile do tradicional bloco "Zé Pereira" da Chácara, que existe desde 1852 com seus bonecos gigantes que chegam a três metros de altura.

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