O centro histórico de Manaus tem grande valor arquitetônico, patrimônio preservado da opulência do Ciclo da Borracha. Em geral, dois ou três dias são consumidos nas visitas ao Teatro Amazonas, nos palacetes e bares do entorno do Largo de São Sebastião e em atrações dos arredores como o Centro Cultural dos Povos da Amazônia e o Museu do Índio.

A reabertura do Mercado Municipal Adolpho Lisboa, preciosidade do estilo art noveau na beira do rio Negro, aconteceu no fim de 2013 após sete anos de reforma. Em relação a um patrimônio valioso da natureza, que são os bichos da região amazônica, os primeiros contatos dos visitantes podem se dar no Bosque da Ciência e no Zoológico do Cigs.

Afastada do Centro cerca de 18 km, a praia de Ponta Negra proporciona um visual extraordinário, a de um horizonte de água tão imenso e plácido que parece mar, mas é o rio Negro. Com calçadão, ciclovia, jardins e quadras de esporte, além de bares e restaurantes, a orla da “praia” pode ser aproveitada da manhã à noite.

Mas considere que Manaus é apenas a porta de entrada para uma experiência mais radical da viagem, que é a imersão no calor e na umidade da selva, disponível em hospedagens confortáveis instaladas no meio da mata, com acesso por meio de embarcações. Ali, longe dos automóveis e de poluições diversas, os bichos e a exuberância da vegetação se deixam ouvir e tocar.

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